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maguila morreu
Nesta quinta-feira (24), em São Paulo, morreu, aos 66 anos, José Adilson Rodrigues do Santos, mais conhecido como Maguila, ex-lutador de boxe. Maguila estava internado desde 2017 lutando uma encefalopatia traumática crônica (ETC), uma doença incurável, resultado dos golpes na cabeça durante sua carreira no boxe.
A notícia do falecimento do ex-lutador foi confirmada pela sua esposa, Irani Pinheiro, em entrevista ao canal de TV Record. Maguila foi repetida vezes campeão brasileiro e sul-americano de boxe na categoria peso-pesado, campeão das Américas e Mundial, também na categoria de peso-pesado.
"Ele tava, ficou 28 dias internado, e a gente procurou não falar com a imprensa, porque eu procurei cuidar da minha família. É o momento de cada um. O Maguila estava há 18 anos com encefalopatia traumática crônica... Há 30 dias, foi descoberto um nódulo no pulmão, ele sentiu muitas dores no abdômen, tiraram dois litros de água do pulmão, não conseguimos fazer a biópsia", Irani.
No Instagram, o tetracampeão mundial de boxe, Acelino Popó Freitas, prestou homenagens ao "eterno campeão".
Maguila nasceu no dia 11 de julho de 1958, em Aracaju. Dos 17 anos em que lutou, acumulou um cartel de 85 lutas, 77 vitórias (61 por nocaute), sete derrotas e um empate técnico. Entre as lutas mais especiais da carreira, estão os confrontos com nomes como Evander Holyfield e George Foreman.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.