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magno caipiroska
Pela segunda vez na Mudança do Garcia, tradicional festa do Carnaval de Salvador, Magno Lopes, também conhecido Magno Capiroska, conversou com o Bahia Notícias nesta segunda-feira (3) e explicou como lida com a junção da religião com a folia.
Com uma placa pendurada no pescoço com os dizeres "confesse seus pecados", Magno, que é católico, disse que sabe "separar as coisas" e que sua fantasia é apenas um "personagem".
"Já é o segundo ano que saio assim e graças a Deus eu sei separar a religião do folião. Sou bastante abordado para tirar fotos. Uma coisa é o personagem, outra coisa é a religião, não misturo os dois. Só faço o trabalho de me divertir e não agravar certas coisas", disse Magno.
Produtor de eventos, Magno também disse estar rezando pelo papa Francisco, que está internado desde 14 de fevereiro, depois que um surto de bronquite piorar e se transformar em pneumonia em ambos os pulmões.
"Estou rezando por ele. É uma pessoa que tem influência no mundo em termos de paz, religiosidade, simbolismo da religião católica. Então, para mim, ele tem que ter a salvação".
Por fim, Magno Caipiroska considerou a Mudança do Garcia um ambiente para este tipo de fantasia.
"A Mudança do Garcia é um ambiente ideal para esse tipo de fantasia. Sou bem recepcionado. A Mudança faz parte de uma coisa liberada para muita coisa. São pessoas que estão com o propósito de brincar e se divertir. Não tem aquela coisa da crítica, nada disso", disse Magno.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.