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magno alves
O ex-jogador Magno Alves sofreu golpe de uma empresa de criptomoedas de quase R$ 25 milhões. A informação é do Blog Maurílio Júnior. Segundo uma denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB), o Magnata, de 47 anos, era o maior investidor da Braiscompany e teria aportado em torno de R$ 30 milhões.
Ainda de acordo com a denúncia, Magno Alves teria iniciado o investimento em março de 2021 na Braiscompany e até janeiro de 2023, ele injetou mais de R$ 32 milhões. O ex-jogador teve a promessa de retorno mensal entre 10 e 12%. Com base nos dados da corretora Binance, ele teria recebido apenas R$ 5,1 milhões. A partir de dezembro do ano passado, o repasse foi interrompido. O ex-atacante tentou romper meses depois com a empresa e reaver os valores investidos, mas não teve retorno. Em março de 2023, o principal sócio da empresa, Antônio Inácio da Silva Neto, admitiu através de nota que não terá como arcar com o pagamento dos investidores e sócios. Ele está foragido da Justiça junto com a esposa Fabrícia Campos.
Magno Alves abriu processo contra o casal. Em uma das petições, a defesa do atleta alega que é "vítima do esquema de pirâmide praticado pelos Promovidos, em contrariedade às práticas que regem à economia popular e a ordem econômica".
O MPF-PB contabilizou que 18.570 clientes teriam investido aproximadamente R$ 1,15 bilhão na Braiscompany.
Baiano de Aporá, Magno Alves acumulou passagens por Criciúma, Fluminense, Ceará, Sport, Atlético-MG. Em mais de 20 anos de carreira, ele também atuou no exterior, como Coreia do Sul, Japão, Arábia Saudita e Catar. Ele encerrou a carreira em 2021 e seu último clube foi o Caucaia, do Ceará. Mas antes, em 2020, o Magnata jogou no futebol baiano, primeiro pelo Atlético de Alagoinhas ajudando na campanha do vice-campeonato baiano, e em seguida disputou a Série B do Baiano pelo Barcelona de Ilhéus.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.