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Mesmo com a remarcação da data para a escolha da nova mesa diretora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), os bastidores do judiciário baiano seguem aquecidos para escolha. Informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores dos desembargadores baianos indicaram que a Casa já possui alguns favoritos para os postos.
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Segundo apuração, os seis cargos podem já estar definidos. Para a presidência da Corte, Cynthia Maria Pina Resende segue como favorita para o posto (reveja aqui). Para a 1ª vice, o mais cotado é o desembargador João Bosco de Oliveira, seguido por José Alfredo Cerqueira Silva para 2ª vice. Para o posto de Corregedor Geral de Justiça, o desembargador Roberto Maynard Frank é o mais cotado.
Para o posto de Corregedor das Comarcas do Interior aparece a desembargadora Pilar Célia Tobio. Já na Ouvidoria Geral do TJ-BA, o desembargador Lindivaldo Reaiche Raimundo Brito é o favorito para assumir o posto.
O pleito ocorre dia 14 de novembro, às 8h30, durante sessão do Pleno. A eleição é para o biênio 2024-2026. A homologação das candidaturas, no entanto, acontecerá na sessão plenária do dia 10 de novembro, próxima sexta-feira.
CENÁRIOS POSSÍVEIS
Apesar do favoritismo de alguns, existem algumas possibilidades na disputa. O desembargador Pedro Augusto Costa Guerra é um dos fortes nomes na disputa para a presidência. Apesar de "correr por fora", caso seja eleito, seria o terceiro desembargador consecutivo vindo do Quinto Constitucional.
Pedro Guerra deixou para se inscrever próximo do prazo final, no último dia, derretendo o eventual apoio que poderia angariar, já que outros pares já teriam "fechado seus compromissos”. Como as articulações já estão praticamente fechadas, ele perderia votos por isso, apesar de ser um dos nomes mais bem quistos no TJ-BA. O desembargador só se inscreveu para disputar a presidência.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).