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maestro carlos prazeres
No último sábado (8), o maestro Carlos Prazeres, regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), conduziu um concerto no Villa-Lobos International Chamber Music Fest, em Coronado, Califórnia, nos Estados Unidos. O festival, dedicado à música latino-americana, fez uma homenagem a Heitor Villa-Lobos, um dos maiores compositores do Brasil.
Com 20 anos de carreira e uma trajetória consolidada na América do Sul e na Europa, Prazeres expandiu agora sua atuação para o público norte-americano. A apresentação teve ainda mais significado, pois incluiu uma homenagem pessoal ao seu pai, Armando Prazeres.
O maestro regeu uma peça composta por seu pai, que já havia sido apresentada em Bogotá, mas ganhou um novo sentido ao ser executada no território americano.
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Encorajado pela série Bebê Rena, o maestro Carlos Prazeres voltou a denunciar o caso de assédio virtual que vem sofrendo há mais de três anos. Em outubro de 2023, o músico tornou o caso público pela primeira vez. No relato, ele confidenciou que a perseguidora ameaçou membros de sua família e amigos.
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“Queria muito estar aqui falando de música, e falando de todas as alegrias que a música tem me dado, que não são poucas. Mas infelizmente o conteúdo desse vídeo é uma denúncia. Infelizmente o conteúdo desse vídeo é algo que tem me atormentado e atormentado a vida daqueles que me cercam. Sendo assim, me sinto na obrigação de fazer essa denúncia para proteção daqueles que me cercam, para proteção mínima daqueles que eu amo”, relatou na época.
Neste novo desabafo, o maestro da Osba falou sobre a importância da série “Bebê Rena”, da Netflix, como uma alerta sobre esse tipo de perseguição. “Que a onda de “Bebê Rena”, minissérie sobre stalkers e cyberbullying da Netflix, varra o país. Há três anos sofro com um caso absolutamente perturbador. A inoperância da justiça e, principalmente, da plataforma, é assustadora demais. Qualquer um está sujeito a isso, lembre-se! Inclusive você!”.
Bebê Rena é uma série britânica, lançada em 2024, baseada em fatos reais, criada e estrelada por Richard Gaad. A produção é uma adaptação de um show autobiográfico baseado na vida real de Gaad, que foi perseguido e abusado sexualmente aos 20 anos.
A série, que se tornou um sucesso, fez com que Carlos Prazeres contasse mais detalhes sobre o assédio que vem sofrendo. “Somente agora, depois de três anos, meu caso ganha contornos maiores para que esta pessoa seja parada”.
“Antes de mim, causou muita dor a diversos indivíduos. As pessoas têm medo dela. Alguns entraram em depressão, outros mudaram de endereço. Em breve vou falar sobre o que vivi e descobri esse tempo todo. Não é fácil trabalhar e viver sob ameaça constante. Já recebi a de hoje, inclusive. Mas um dia depois do outro. Eu ainda confio na justiça!”, confidenciou.
Em seguida, ele contou algumas das coisas que já sofreu desde que começou a ser perseguido. “Posts espalhando fake news a meu respeito; denúncias infundadas no ministério público e nos meus empregos. Tudo acaba morrendo na praia quando mostro quem é ela, mas imagina viver isso de forma constante? Eu não a conheço pessoalmente e jamais nos envolvemos, mas tenho a ligeira impressão de que Michele já é uma pessoa próxima. Três anos tirando a minha paz não é algo que se ignore. Gostaria muito que se tratasse e me deixasse -de fato- em paz. Que pague, no entanto, por todos os seus crimes”.
“Acho muito importante que este assunto esteja em voga! Seja pela matéria do Fantástico, seja pela série Bebê Rena, ou mesmo analisando casos como o de Ana Hickmann . É muito importante que a sociedade discuta sobre esse assunto!”, apontou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.