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mae tuninha de nana
As areias da praia do Rio Vermelho, em Salvador, recebem diversos grupos de candomblé e umbanda de Feira de Santana durante a Festa de Iemanjá, marcada nesta quinta-feira (2). É o caso do terreiro Ilê Axé Sibonan, que tem como ialorixá Mãe Tuninha de Nanã.
Em entrevista ao Bahia Notícias, a mãe de santo declarou que um dos principais propósitos é combater a discriminação religiosa sofrida pelas religiões de matriz africana. Segundo ela, não vai faltar energia para a luta.
“A gente persiste. É muita discriminação. É muita perseguição, mas continuamos persistentes porque temos muita fé no orixá, na nossa ancestralidade. Ninguém vai fazer a gente deixar de seguir o que a gente ama e acredita. Eu respeito todas as religiões. O candomblé não vai morrer nunca. É isso que passo para os meus filhos e quero que eles passem para os filhos deles”, disse.
O terreiro Ilê Axé Sibonan fica no bairro 35 BI em Feira de Santana e funciona há 15 anos. Mãe Tuninha tem 25 anos de atuação no candomblé. Segundo ela, as primeiras vezes que veio para a festa em Salvador era sozinha. “Depois, passei a vir de ônibus, carro pequeno”, lembra.
Nesta quinta, 15 pessoas do terreiro deixaram o município para vir para Salvador. A espera de dois anos sem a festa parece ter recompensado. “Era muita espera. A pandemia tirou força da gente, tirou gente do nosso convívio, mas eu vim com tudo para esta festa. Vim com muita alegria, vim com gosto de gás”, brincou ao final.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.