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madeiras
Uma operação da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) apreendeu, nesta sexta-feira (16), uma grande quantidade de madeira retirada de forma ilegal. Ao todo, foram cerca de 90 metros cúbicos de madeira nativa, o que equivale algo como dezenas de troncos, transportados irregularmente pela BR-030, no trecho de Guanambi no sudoeste baiano.
Segundo informações confirmadas pelo Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a madeira estava dividida em três caminhões de grande porte. A ação aconteceu após a polícia receber denúncias anônimas, que alertaram sobre a circulação dos veículos na zona rural do município.
Além da grande quantidade, chamou a atenção a diversidade de madeiras nobres e nativas, retiradas de modo criminoso. Entre as espécies apreendidas estavam:
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Angico Branco
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Jurema Preta
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Umburana
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Candieiro
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Cabelo-de-velho
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Sete-cascas
Ainda durante a abordagem, os motoristas não apresentaram o Documento de Origem Florestal (DOF), que é obrigatório para o transporte de madeira nativa. A falta desse documento é considerada crime ambiental, conforme a legislação brasileira.
A carga e os três caminhões foram apreendidos e levados, junto com os responsáveis, para a Delegacia Territorial de Guanambi. Os envolvidos podem responder tanto criminalmente quanto administrativamente, com multas altas, calculadas segundo o volume e o tipo de madeira apreendida.
A polícia segue investigando de onde a madeira foi retirada e qual seria o destino final, que pode estar ligado ao comércio ilegal para o setor moveleiro ou da construção civil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Silvio Humberto
"Importa destacar que registros da própria Câmara Municipal de Salvador confirmam que a denunciante jamais integrou o quadro funcional do gabinete do vereador Silvio Humberto, nem de qualquer outro gabinete da Casa".
Disse o vereador de Salvador Silvio Humberto (PSB) após rebater as acusações da prática de “rachadinha” e negar todas as acusações. Em publicação nesta segunda-feira (27), a equipe do vereador apresentou um atestado da Câmara Municipal que comprova a ausência de vínculo com Ingrid da Silva de Jesus, a denunciante.