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machucados
Na tarde desta terça-feira (26), o Manchester City enfrentou o Feyenoord pela quinta rodada da fase de liga da Champions League. As equipes ficaram no empate por 3 a 3 no Etihad Stadium, mas o que chamou a atenção foram as marcas de machucados no rosto do técnico espanhol Pep Guardiola na entrevista pós-jogo.
"Eu passei meu dedo aqui (no nariz), passei a unha. Eu queria me machucar", afirmou o técnico, em tom humorado.
Aos oito minutos do segundo tempo, o Manchester City construiu o placar de 3 a 0 com um gol de Ilkay Gündogan e dois de Haaland. A partir dos 30 o time holandês começou sua reação, pois Hajd Moussa, Santiago Giménez e Dávid Hancko marcaram para o Feyenoord, deixando placar em 3 a 3.
A equipe de Pep Guardiola já soma seis partidas sem vencer, considerando cinco derrotas e um empate. Essa é a pior sequência do técnico espanhol. Apesar de ser o segundo colocado da Premier League, o City está a oito pontos de distância do líder Liverpool. Pela Champions League, os Cityzens ocupam a 15ª colocação, com duas vitórias, dois empates, uma derrota e oito pontos.
A sequência negativa do time inglês é a seguinte:
Tottenham 2 X 1 Man. City (EL Cup)
Bournemouth 2 X 1 Man. City (Premier League)
Sporting 4 X 1 Man. City (Champions League)
Brighton 2 X 1 Man. City (Premier League)
Man. City 0 X 4 Tottenham (Premier League)
Man. City 3 X 3 Feyenoord (Champions League)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.