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A cidade de Goiânia praticamente definiu sua eleição neste domingo (6), e com 99,90% das urnas já apuradas, o estado terá segundo turno para decidir quem comandará a prefeitura da capital de Goiás. E a disputa irá opor um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outro que tem o apoio do governador goiano Ronaldo Caiado (União). O governador até recentemente era aliado nacional de Bolsonaro, e ambos tiveram entreveros recentes que devem ser levados para a disputa.
O candidato do PL e de Bolsonaro, Fred Rodrigues, acabou o primeiro turno na liderança, com 31,14% dos votos válidos (214.053 votos). Já o candidato apoiado por Caiado, o ex-deputado federal Sandro Mabel, recebeu 27,66% dos votos válidos (190.105 votos).
O primeiro turno em Goiânia teve ainda na terceira colocação a candidata do PT, com 24,44% dos válidos (167.962 votos totais). Na quarta posição ficou Matheus Ribeiro, do PSDB, com 6,57% dos válidos (45.146 votos), seguido do atual senador Vanderlan Cardoso, do PSD, com 45.146 votos totais (6,57% dos válidos).
Fred Rodrigues tem 39 anos, é formado em Direito pela PUC Goiás e também já atuou como comunicador. Foi eleito deputado estadual em 2022, mas teve seu registro de candidatura cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral no ano seguinte.
Já Sandro Mabel foi eleito pela primeira vez como deputado estadual em 1991. Depois, acumulou em sequência três mandatos como deputado federal, entre 2003 e 2015. Mabel esteve envolvido nas acusações do escândalo do mensalão, em 2005. Já em 2017, enfrentou a suspeita de cobrar propina da Odebrecht em 2010 em troca da liberação de uma obra.
O suposto montante teria sido enviado em doações para a campanha via caixa dois. Mabel, hoje filiado ao União Brasil, já passou por MDB, DEM, Republicanos e PL. Ele também foi assessor especial da Presidência da República durante o governo de Michel Temer (MDB).
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.