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luta contra lgbtfobia
A Guarda Civil Municipal (GCM), através da Coordenadoria de Ações e Prevenção à Violência (Cprev), oferece nos dias 11, 17 e 25 deste mês o Curso de Defesa Pessoal para o público LGBT+. As inscrições são feitas através do e-mail defesapessoal.gcms@salvador.
A GCM disponibilizará 20 vagas que podem ser preenchidas até a véspera do primeiro dia de aulas, em 10 de maio. O curso ocorre inteiramente na sede do órgão, localizada na Avenida General San Martin, 734. Às sextas-feiras, as aulas acontecem das 13h às 17h. Já aos sábados será das 8h às 17h.
A iniciativa ocorre em alusão ao Dia Internacional da Luta Contra a LGBTfobia, celebrado em 17 de maio em referência à ação realizada em 1990 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), o que também possibilitou o avanço na luta pelos direitos civis dessa população.
As aulas de defesa pessoal para o público LGBT começaram a ser ministradas pela Guarda em 2022. Em 2023, 30 LGBTs passaram pela atividade. Conforme explica o coordenador de Ações e Prevenção à Violência (Cprev/GCM), James Azevedo, o curso é, acima de tudo, uma política pública de prevenção.
"Afinal de contas, a todo momento vemos que mulheres trans e travestis são mortas por causa da violência. Além disso, há violações que lésbicas e homens gays também sofrem, devido ao preconceito. Portanto, este curso tem o objetivo de dar aulas práticas, visando garantir que essas pessoas possam se defender contra a violência que pode sofrer na rua e nos demais espaços públicos. Há ainda a importância e o simbolismo da celebração dessa data importante de combate à homofobia", explicou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.