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Artigos

Cláudia Romano
LIVRES. FORTES. JUNTAS. Educação e esporte como respostas urgentes ao feminicídio
Foto: Divulgação

LIVRES. FORTES. JUNTAS. Educação e esporte como respostas urgentes ao feminicídio

Em 2025, o Brasil registrou 1.518 feminicídios, um recorde histórico. São quatro mulheres assassinadas por dia. Se considerarmos as tentativas, foram quase 7 mil casos no ano. Mulheres que enfrentaram a morte simplesmente por serem mulheres.

Multimídia

Leo Prates projeta definição partidária até 20 de março

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O deputado federal Leo Prates afirmou, nesta segunda-feira (2), que pretende tomar até o dia 20 de março uma decisão definitiva sobre sua permanência no Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em entrevista ao Bahia Notícias, durante o Projeto Prisma, ele disse que ainda precisa se reunir com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, antes de bater o martelo.

Entrevistas

Aleluia fala sobre revisão do PDDU, nega intriga pela presidência da CCJ e detalha arquivamento contra Hamilton Assis

Aleluia fala sobre revisão do PDDU, nega intriga pela presidência da CCJ e detalha arquivamento contra Hamilton Assis
Foto: Reprodução / CMS
Nesta edição da Entrevista da Semana, Aleluia comentou sobre as discussões do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), Plano Municipal de Segurança, cassação de Hamilton Assis (PSOL) e filiação ao Partido Novo. 

luis ganem

Baiana, Júlia Tazie conta como se tornou única cantora brasileira do Cirque du Soleil
Foto: Reprodução / Facebook

“Olha, confesso que há muito tempo não encontrava uma voz tão boa de se ouvir”. Essa foi a impressão que a soteropolitana Júlia Tazie deixou no colunista Luis Ganem, quando ele a ouviu cantar pela primeira vez, em maio de 2013 (leia a coluna na íntegra aqui). Neste momento, Júlia já sonhava em integrar a equipe do Cirque du Soleil, mas as oportunidades que surgiram desde então a ajudaram a se tornar a única brasileira, no momento, a cantar em um espetáculo de um dos circos mais conhecidos do mundo. Atualmente, a baiana interpreta as canções de “Ovo”, montado em 2009 e dirigido pela brasileira Deborah Colker. O espetáculo trata sobre o universo de insetos e sua biodiversidade. Em conversa com o Bahia Notícias, Tazie contou como foi o processo que a levou do programa The Voice Brasil, em que foi semifinalista em 2013, até as apresentações do grupo canadense. O primeiro contato de Júlia com o canto profissional com o próprio Cirque du Soleil. Em 2011, sem nunca ter feito aulas para cantar, ela criou coragem e se inscreveu no processo que foi aberto no site do grupo, do qual ela já era fã há muito tempo. Com um vídeo, ela foi escolhida para integrar o casting do circo como soprano, mas não conseguiu ser chamada para os espetáculos por não ter dinheiro para participar das audições pessoais: “As oportunidades de audições eram em Milão, Madri, Texas... a pessoa tinha que pagar para viajar. Então tive que adiar esse sonho. Não tinha 5 mil dólares pra ir”. Em 2013, depois atrair tantos fãs e aparecer na coluna, ela chamou a atenção do mercado. “Eu já tinha um trabalho em Salvador, aí ele [Ganem] ouviu falar dos fãs que a banda tinha, recebeu vários e-mails. Quase ninguém falava nessas bandas que tocavam nos bares de Salvador. Depois que ele contou sobre as impressões do show, Manno Góes se interessou e começou a investir”, relembrou. Quando conseguiu a audição para o The Voice, Júlia começou a buscar o desenvolvimento do seu nome no mercado de entretenimento. E foi no meio do programa que ela teve uma nova oportunidade com o Cirque du Soleil: a chance de tentar uma vaga em um espetáculo no Japão. “Eles lançaram uma oportunidade de fazer audição online para o show. Só que eu estava no The Voice, não consegui gravar a tempo. Passava o dia inteiro gravando no Projac [estúdio da Globo no Rio] e quando cheguei em casa, com um dia pra gravar. Ganhei um cachorro. Não era pra ser, sabe como é, né?!”, explica.

Tazie durante apresentação no The Voice Brasil, em 2013 | Foto: Divulgação / TV Globo

Mas a tristeza não impediu Júlia de continuar sonhando. Depois de sair do The Voice e de não conseguir avançar no projeto com Manno Góes, Tazie voltou a cantar em bares e a se apresentar em eventos e casamentos e fez uma nova audição um ano depois da turnê japonesa. Foi neste momento que ela recebeu a ligação que mudaria a sua vida. “Eu estava em casa, sozinha, marido trabalhando, filho na escola. Não tinha ninguém pra contar. Vi aquele telefonema cheio de número e quando atendi era uma moça falando francês. Aí ela começou a falar em espanhol, depois em inglês e a gente conversou”. Na linha falava Séverine Parent, uma das recrutadoras, que trabalha para o chefe de casting de músicos e cantores, que também é brasileiro, André Faleiros. “Deitei no chão, respirando devagar, tentando manter a classe. No fundo eu queria gritar, mas tinha que manter aquela frieza profissional”, conta, rindo. “Depois o compositor me disse, quando começaram os ensaios, que [a chamarem para o espetáculo] foi uma decisão unanime, de todo grupo responsável, desde a Deborah Colker até o chefe dos músicos”, completa. No grupo de “Ovo”, que conta com 100 pessoas de 22 nacionalidades, Júlia encontrou outros brasileiros, inclusive baianos como um guitarrista e um percussionista. “Os baianos invadiram. Nós estamos dominando”, brinca. Mas a realização de um sonho tão antigo pesou na sua primeira apresentação. Ao BN, Tazie conta que demorou cerca de um mês para conseguir se divertir de verdade nos espetáculos. “[Na primeira apresentação] Eu achei, pra mim, que foi uma das piores apresentações da minha vida. Eles não perceberam, disseram que eu estava bem, mesmo sendo criteriosos, mas eu sabia que eu estava muito nervosa, precisando relaxar e curtir mais o show. Reconheço a responsabilidade, percebi que eu ainda não estava me divertindo. Foi muito difícil a primeira vez, porque eu queria estar no mesmo nível deles. A cobrança que coloquei em mim foi tão grande que não consegui relaxar”, relembra.

Trecho de apresentação de Júlia Tazie no espetáculo Ovo

O “Ovo” marcou uma transição dos espetáculos do circo em formato “lona”, com turnês mais demoradas em um mesmo lugar, para o formato “arena”, em que o grupo faz entre oito e dez apresentações por semana, passando uma semana em cada cidade. Com este espetáculo, Tazie já passou por cidades dos EUA, Canadá, Porto Rico e República Dominicana, por exemplo. Por isso, ela e o marido tiveram que encontrar uma alternativas para mantê-la próxima dele e do filho. Filha de uma carioca com um baiano, ela ainda considera Salvador como sua casa e é para a capital baiana que ela volta em todas as férias. “Não moro em lugar nenhum, moro no Brasil [risos]. Eles [o marido e o filho] vieram para o show, assistiram todos os dias, até enjoar, saber as falas. Meu filho queria ser um personagem diferente a cada dia: um dia era palhaço, no outro acrobata... Agora, é difícil, porque nas turnês não tem crianças. Com quem elas vão brincar, socializar? A gente vive em quarto de hotel, faz mala toda semana”, avalia. Com a “vida nômade”, a família busca sempre a melhor forma de se manter unida. “Faremos sempre o que for melhor para nós. Como as coisas acontecem muito rápido, não dá para fazer planos [a longo prazo]”, conclui.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Coronel Card passou tanto tempo ao lado do Cavalo do Cão que até o coração partido ele tentou imitar. Já o Cacique tentou um estilo diferente essa semana: o "venha a nós o vosso reino". Só faltou me contarem mesmo os detalhes mais íntimos da passagem de Marmotta por aqui. Já Lero anda mal na política e na vida pessoal, aparentemente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

"Tivemos um encontro ontem de novo, hoje quero repetir. Nós temos um conselho político que ouço cada presidente. Eu ouço em um coletivo e ouço individual. Converso com o Lidice [da Mata] pelo PSB, ela vai expressar os desejos do partido PSB, mas ela também fala sobre o coletivo, que é importante a gente fazer. Ouvimos o Avante, e o [Ronaldo] Carleto fala do Avante e fala do grupo. Assim como ouvimos o Otto [Alencar]. O Otto falou dos interesses, do que ele pretende fazer com o PSD, mas também expressa opinião". 

 

Disse o governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao indicar avanço nas conversas com o PSD e outros partidos da base para a formação da chapa governista nas eleições de 2026. A declaração ocorreu durante entrevista coletiva, nesta quarta-feira (11), em Salvador.

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado federal Raimundo Costa nesta segunda-feira

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O deputado federal Raimundo Costa (Podemos) é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (9). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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