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luciana ortega
A ex-jogadora do Santos Luciana Ortega foi condenada por difamação contra Kleiton Lima, ex-técnico da equipe feminina do clube. A decisão foi proferida pela juíza Denise Gomes Bezerra Mota, da 4ª Vara Criminal de Santos. Ainda cabe recurso.
A sentença determinou três meses de detenção, pena substituída por prestação de serviços à comunidade, além do pagamento de R$20 mil de multa e R$2 mil referentes às custas processuais.
Ortega foi alvo de uma ação movida por Kleiton Lima em 2024. O treinador a acusou de ser autora de uma carta anônima encaminhada à diretoria do Santos com denúncias de assédio. A ex-atleta negou ter escrito o documento.
Ao todo, 19 cartas com acusações contra o treinador foram entregues ao clube. Kleiton Lima deixou o comando das Sereias da Vila em 2023 e, desde então, não voltou a trabalhar no futebol.
Em uma das cartas, uma situação atribuída a Ortega relata um suposto episódio de assédio em uma feira livre de Santos. O documento afirma:
"Uma vez na feira eu estava esperando perto de uma barraca de pastel. Lá o treinador chegou e perguntou se eu estava comendo pastel, aí eu respondi ‘não, estou esperando as meninas’. Então ele deu a volta por mim, olhou para minha bunda e disse: ‘acho que não’, insinuando que minha bunda parecia grande, então isso significava que eu estava comendo pastel"
O processo apresentado inicialmente por Kleiton Lima contra Ortega foi arquivado. Posteriormente, o treinador procurou a polícia para solicitar uma investigação e apresentou um novo caso em 2025. A decisão judicial foi publicada na semana passada.
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Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.