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Estreante na Liga Brasileira de Basquete Feminino (LBF), o Salvador Basketball mantém o sonho de alcançar os playoffs já na primeira temporada. Apesar do objetivo ambicioso, o técnico e idealizador do projeto, Edu Mariano, destacou, em entrevista ao podcast BN na Bola, nesta terça-feira (5), que a equipe ainda está em fase de construção e que o planejamento é de longo prazo.
“A minha avaliação está sendo grandiosa para a equipe, que está crescendo conforme a competição. A gente começou muito tarde, teve praticamente duas semanas de preparação e já entrou em quadra. Acho que para o próximo ano a ideia é se preparar melhor e ter uma pré-temporada adequada. É um campeonato de altíssimo nível, e alguns jogos que a gente tinha condições de vencer acabaram escapando. Mas é um projeto novo, e a ideia é evoluir a cada dia”, afirmou.
Edu também destacou a valorização de atletas locais como um dos pilares do projeto. “Hoje eu tenho a gratidão de dizer que cerca de 50% do nosso time é oriundo de Salvador. A gente tem a nossa base fazendo parte do elenco principal, e isso é um dos principais objetivos: formar atletas daqui e fortalecer o basquete local”, pontuou.
O treinador ainda revelou planos para ampliar as categorias de base e integrar essas atletas ao time principal nos próximos anos.
“A gente está trabalhando com a base, vamos montar o Sub-23 e a ideia é disputar competições nacionais com equipes Sub-15, Sub-17 e Sub-19. Queremos que essas meninas ganhem experiência fora do estado e, no futuro, possam compor o time principal. O objetivo é, quem sabe, ter uma base jogando também a LBF”, explicou.
Sobre a campanha na competição, Edu reconheceu as dificuldades, mas mantém a equipe focada na briga por uma vaga na próxima fase.
“A gente sabe que ainda está vivo na briga pelos playoffs. O próximo jogo contra o Maringá é um dos mais importantes. Se conseguirmos essa vitória fora de casa, a gente pode embolar a tabela e seguir com chances reais. Depois ainda temos jogos importantes, então é pensar passo a passo”, disse.
Por fim, o técnico reforçou que, apesar das limitações estruturais e do pouco tempo de preparação, o projeto tem metas bem definidas para o futuro.
“Hoje a gente ainda não tem a estrutura ideal de treinamento, com carga completa de academia e quadra, mas está se adaptando ao que tem. Quando a gente olha para o projeto, ele é pensado para quatro anos. A ideia é, lá na frente, brigar entre as principais equipes da liga. Hoje estamos no pelotão de baixo, mas com um planejamento sólido para crescer e se consolidar”, concluiu.
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O técnico e idealizador do Salvador Basketball, Edu Mariano, afirmou que a ausência de competições regionais é um dos principais fatores que dificultam o desenvolvimento do basquete na Bahia. Em entrevista ao podcast BN na Bola, nesta terça-feira (5), ele destacou que a falta de calendário competitivo compromete a preparação das atletas para torneios nacionais.
Segundo Mariano, o cenário local ainda sofre com limitações estruturais e escassez de ginásios adequados.
“Hoje a gente está sem estrutura. Num projeto social, muitas vezes a gente treina em quadra externa, sem material adequado. E quando a gente fala de competições, esbarra nisso também, porque não tem ginásio, não tem espaço. A gente fala de basquete hoje, amanhã, mas sem estrutura fica difícil sustentar”, afirmou.
O treinador também comparou a realidade baiana com estados como São Paulo, onde há maior volume de competições ao longo do ano.
“O feminino aqui tem quatro equipes. A gente tenta fazer um campeonato de três meses. Se comparar com São Paulo, que tem Copa São Paulo, Paulista, Torneio Início, as meninas jogam o ano inteiro. Chegam na liga mais preparadas e conseguem até viver do basquete. Aqui, com poucos jogos, isso fica inviável”, explicou.
Para ele, a criação de torneios regionais, como uma possível Copa Nordeste de basquete feminino, seria fundamental para fortalecer a modalidade.
“A gente precisa começar a criar essas competições. O bom da Bahia é o baiano, só que muitas vezes a gente esquece de ter as competições do baiano. Sem isso, fica difícil até para mostrar o potencial das atletas e atrair investidores”.
Mariano ainda alertou que a falta de oportunidades locais tem levado atletas a deixarem o estado em busca de desenvolvimento em outras regiões.
“A gente tem jogadoras excelentes aqui na Bahia, mas quando você pergunta onde jogaram, qual campeonato disputaram, fica difícil responder. Muitas acabam saindo para São Paulo, Recife, Rio Grande do Norte, porque precisam desse volume de jogos. Se a gente não criar esse ambiente aqui, a gente continua perdendo talentos”, disse
Questionado sobre o retorno da Federação Baiana de Basquete referente aos possíveis campeonatos, Edu explicou que o quantitativo de equipes ainda é um entrave para a organização de torneios.
“Hoje a gente tem poucas equipes. No feminino, por exemplo, são quatro times, e a gente tenta montar um campeonato curto. Isso dificulta ter um calendário mais robusto. Quando a gente compara com outros estados, que têm várias competições e muitos times, entende porque lá o esporte gira mais”, concluiu.
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O episódio #98 do BN na Bola recebe nesta terça-feira (5), às 19h, o idealizador e técnico do Salvador Basketball, Edu Mariano, e Luana Silva, pivô do clube soteropolitano.
Durante a entrevista com os apresentadores Thiago Tolentino e Hugo Araújo, os profissionais vão abordar sobre suas respectivas trajetórias e a disputa do segundo turno da Liga de Basquete Feminino (LBF).
Aos 42 anos, Edu Mariano coleciona uma história marcante no basquete nacional. Nascido em Franca, terra do desporto da bola laranja em São Paulo, jogou pela Eastern Oklahoma State College, foi campeão paulista pela Winner/Limeira, atuou pelo Paulistano, Araraquara e finalizou sua carreira pelo Universo Vitória no período de 2016/18. Fundador do Instituto Edu Mariano, também idealizou o Salvador Basketball, clube da LBF que também treina.
Acompanhada pelo técnico, o BN na Bola também recebe Luana Silva. A pivô de 25 anos é estreante na elite do basquete nacional pela Liga de Basquete Feminino. A jogadora carrega uma bagagem consolidada no esporte ao ter atuado pelo Aeroclube, Shiro Saigo e Catanduva.
A transmissão ocorrerá ao vivo, a partir das 19h, no canal do YouTube do Bahia Notícias. Para não perder nenhum detalhe, basta se inscrever no canal, deixar o seu like e ativar o sininho para receber o alerta de início da live.
O Brasil manteve o protagonismo na etapa de Margaret River do Circuito Mundial de Surfe e garantiu forte presença nas quartas de final. Com cinco atletas classificados, o país volta ao mar nesta quinta-feira (23), às 20h (horário de Brasília), em busca de vagas nas semifinais da competição realizada na Austrália.
A chamada “Brazilian Storm” confirmou o bom momento mesmo em condições adversas, com mar irregular e ventos fortes, fatores que elevaram o nível de dificuldade das baterias. Ainda assim, os brasileiros conseguiram avançar e dominar a fase decisiva do evento.
Entre os classificados estão Gabriel Medina, Samuel Pupo, Yago Dora e Ítalo Ferreira no masculino, além de Luana Silva no feminino. O grupo avançou após bater adversários em confrontos marcados por equilíbrio e poucas oportunidades de pontuação.
Um dos destaques foi Medina, que venceu uma bateria considerada difícil contra o australiano Jack Robinson. Após o confronto, o tricampeão mundial afirmou: “Estava difícil de surfar, senti que estava tentando sobreviver, mas estou feliz com a vitória. É difícil quando o vento está assim, espero que tenhamos melhores condições para poder performar, mas estamos aqui para isso também.”
Samuel Pupo também chamou atenção ao conseguir uma virada nos minutos finais, enquanto Yago Dora e Ítalo Ferreira confirmaram o favoritismo em suas baterias. No feminino, Luana Silva avançou com consistência e segue como representante brasileira na disputa entre as mulheres.
Com os confrontos definidos, a competição aguarda melhores condições do mar para a realização das quartas de final. A próxima chamada colocará novamente os brasileiros em ação, mantendo o país como um dos principais destaques da etapa australiana do circuito mundial.
As disputas das oitavas de final da etapa de Margaret River da World Surf League foram adiadas na última sexta-feira (17) por causa das condições do mar na costa australiana. A organização confirmou nova chamada para as 6h50 no horário local (19h50 de Brasília) deste sábado (19).
O Brasil chega com forte presença na fase eliminatória masculina. Seis atletas seguem na briga por vaga nas quartas de final: Gabriel Medina, Samuel Pupo, Italo Ferreira, Yago Dora, João Chianca e Miguel Pupo.
Entre os confrontos mais aguardados da bateria masculina está o duelo brasileiro entre Italo Ferreira e João Chianca, que garante ao país ao menos um representante na próxima fase. Outro destaque é o embate de Gabriel Medina contra o australiano Jack Robinson, atual um dos nomes fortes da etapa.
ÚNICA BRASILEIRA NO FEMININO
Na chave feminina da etapa australiana, o Brasil segue representado apenas por Luana Silva. A surfista terá pela frente a australiana Sophie McCulloch em busca de vaga nas quartas de final.
A etapa de Margaret River é considerada uma das mais desafiadoras do circuito mundial por causa das condições variáveis do mar e costuma ter impacto importante na definição dos classificados para a reta decisiva da temporada.
Confrontos das oitavas – masculino
Samuel Pupo x Kanoa Igarashi
Liam O'Brien x Joel Vaughan
Crosby Colapinto x Griffin Colapinto
Gabriel Medina x Jack Robinson
Yago Dora x Connor O'Leary
George Pittar x Leonardo Fioravanti
Italo Ferreira x João Chianca
Miguel Pupo x Morgan Cibilic
Confrontos das oitavas – feminino
Gabriela Bryan x Yolanda Hopkins
Bettylou Sakura Johnson x Sawyer Lindblad
Caroline Marks x Francisca Veselko
Lakey Peterson x Erin Brooks
Molly Picklum x Sally Fitzgibbons
Sophie McCulloch x Luana Silva
Caitlin Simmers x Vahine Fierro
Isabella Nichols x Carissa Moore
Luana Silva deu adeus à etapa de El Salvador do Circuito Mundial de Surfe neste sábado (6), ao ser superada por Caitlin Simmers nas oitavas de final. A brasileira de 20 anos enfrentou a atual líder do ranking e campeã mundial de 19 anos em uma bateria equilibrada, mas não conseguiu a virada nos minutos finais.
Luana chegou às oitavas embalada após vencer a repescagem, mas acabou derrotada por 12.67 a 11.67. A surfista abriu a disputa na frente, mas viu Simmers assumir a liderança ao receber uma nota 8.17. Precisando de um 6.50 para retomar a ponta, a brasileira tentou até o último segundo, mas caiu na finalização de sua última onda. Foi a quarta eliminação consecutiva de Luana nesta fase em 2024.
Com a saída da única representante brasileira no feminino, as atenções se voltam para os homens. O Brasil segue com força total no torneio: Miguel Pupo, Alejo Muniz, Samuel Pupo, Yago Dora, João Chianca, Italo Ferreira, Ian Gouveia, Deivid Silva e Filipe Toledo avançaram ao Round 3.
A World Surf League (WSL) ainda vai definir se as baterias masculinas continuam neste sábado ou se serão adiadas para um dia com melhores condições de onda.
Desde a estreia da etapa em Punta Roca, em El Salvador, o Brasil esteve presente em todas as finais. Filipe Toledo foi vice em 2022 e campeão em 2023, enquanto Yago Dora chegou à decisão no ano passado, quando perdeu para John John Florence.
As representantes do Brasil no surfe feminino foram eliminadas da terceira etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL). Luana Silva venceu na repescagem, mas caiu nas oitavas de final para a australiana Molly Picklum. Já Tatiana Weston-Webb não avançou, sendo superada ainda na repescagem por Luana e pela americana Lakey Peterson.
Na disputa das oitavas, Luana iniciou com uma nota 3,67, mas Picklum assumiu a liderança ao marcar 5,10. No fim, a australiana obteve 5,93, deixando a brasileira precisando de 7,26 para virar. Luana ainda conseguiu um 5,20 em uma boa direita, mas não foi suficiente. A bateria terminou com vitória da australiana por 11,03 a 8,87.
No masculino, três brasileiros avançaram para a fase 3 via repescagem: Deivid Silva, Edgard Groggia e Samuel Pupo. Eles se juntam a Ítalo Ferreira, Yago Dora, Filipe Toledo, Miguel Pupo e Alejo Muniz, que já estavam classificados.
A brasileira Luana Silva foi eliminada da etapa de Pipeline da Liga Mundial de Surfe (WSL) na última quarta-feira (5). Nas oitavas de final, a campeã mundial júnior enfrentou a australiana Tyler Wright, bicampeã do circuito, e acabou derrotada apesar de ter conseguido a maior nota da bateria.
No início da disputa, ambas pegaram apenas duas ondas, mas a experiência de Wright fez a diferença. A australiana liderou com uma somatória de 6.66 (4.33 e 2.33), enquanto Luana teve 5.70 (4.77 e 0.93). Restando 15 minutos para o fim, Tyler aumentou sua pontuação para 8.26, e mesmo com a reação da brasileira, que chegou a 7.60, o placar não mudou até o final da bateria.
BRASILEIROS SEGUEM NA COMPETIÇÃO
Na chave masculina, cinco brasileiros disputaram a repescagem, e três avançaram para a terceira rodada: Miguel Pupo, Alejo Muniz e Deivid Silva. Eles se juntam a Ítalo Ferreira, Edgard Groggia, João Chianca, Filipe Toledo e Ian Gouveia na próxima fase. Já Yago Dora e Samuel Pupo foram eliminados.
A Liga Mundial de Surfe (WSL) divulgou nesta terça-feira (21) a lista de participantes do Championship Tour (CT) 2025, incluindo Luana Silva como wildcard na chave feminina. A brasileira retorna à elite do surfe após ficar próxima da classificação na Challenger Series de 2024.
Luana Silva, que já competiu no CT, foi convidada para ocupar a vaga deixada pela australiana Stephanie Gilmore, oito vezes campeã mundial. Gilmore decidiu estender sua pausa na carreira por mais uma temporada. Como recebeu o wildcard reservado para 2025, sua posição foi aberta para Luana, a próxima no ranking do CT 2024. A brasileira se junta a Tatiana Weston-Webb como representante do país na categoria feminina.
TRICAMPEÃO ANUNCIA PAUSA
Além da novidade para o Brasil, a temporada de 2025 será marcada pela ausência de John John Florence. O tricampeão mundial (e campeão em 2025) anunciou uma pausa na carreira para explorar novas experiências no surfe.
“Quero criar tempo para explorar, encontrar novas ondas e traçar linhas diferentes. O oceano é tão vasto, e há tantos tipos diferentes de ondas para explorar”, escreveu Florence em uma publicação no Instagram. Ele confirmou que planeja retornar às competições em 2026.
Luana Silva e Samuel Pupo são os únicos representantes do Brasil nas semifinais do Challenger de Gold Coast, na Austrália. A surfista avançou de fase ao vencer a australiana Bronte Macaulay por 13,83 a 13,77, de virada a dois minutos do fim. No masculino, Pupo derrotou o compatriota Ian Gouveia por 12,23 a 9,93.
Já João Chianca, o Chumbinho, e Michael Rodrigues não tiveram a mesma sorte e foram eliminados nas quartas de final. O primeiro caiu para o barbadiano Josh Burke por 15,83 a 11,16. Enquanto o segundo perdeu para o australiano George Pittar por 17,00 a 15,17. Entre as mulheres, Sofia Mediana parou nas oitavas de final ao perder para a norte-americana Alyssa Spencer.
Na semifinal masculina, Samuel Pupo vai enfrentar George Pittar, enquanto Josh Burke e Mikey McDonagh fazem o outro confronto. No feminino, Luana Silva encara a australiana Sally Fitzgibbons. Na outra bateria, a também australiana, Isabella Nichols e a canadense Erin Brooks vão duelar pela outra vaga na final.
Únicas representantes brasileiras no Circuito Feminino de Surfe, Tatiana Weston-Webb e Luana Silva se enfrentaram pelas oitavas de final de Bells Beach, na noite desta terça-feira (26) no horário de Brasília. A gaúcha levou a melhor no duelo brazuca e venceu a compatriota por 11.97 a 11.67 e avançou às quartas de final do torneio australiano.
Luana saiu na frente com uma onda 5.00, enquanto Tatiana respondeu com 3.83, seguido de um 0.77. Após dificuldades com o mar mexido, a brasileira nascida no Havaí recebeu 4.23 dos juízes, mas a gaúcha também encontrou uma boa onda levou 6.17 e assumiu a liderança e o direito de prioridade. Mas Luana retomou a ponta faltando cinco minutos com um 6.67. No entanto, a dois minutos do fim, Weston-Webb achou 5.80 voltou ao primeiro lugar. A adversária ainda tentou uma reação, mas não conseguiu e Tatiana ficou com a classificação. Nas quartas de final, ela vai enfrentar a americana Caroline Marks.
DISPUTA MASCULINA
No torneio masculino, apenas Samuel Pupo entrou no mar já na madrugada desta quarta (27) no horário de Brasília. Ele conseguiu avançar as oitavas de final ao vencer o italiano Leonardo Fioravanti por 15.23 a 8.83.
Os demais brasileiros na disputa são Gabriel Medina, Miguel Pupo, Yago Dora, Ítalo Ferreira e Caio Ibelli. Porém, devido as condições do mar, a WSL optou por adiar a competição.
Confira os confrontos do 3º round dos brasileiros que ainda serão disputados:
Gabriel Medina (BRA) x Cole Houshmand (EUA)
Miguel Pupo (BRA) x Crosby Colapinto (EUA)
Yago Dora (BRA) x Ian Gentil (HAV)
Italo Ferreira (BRA) x Rio Waida (IND)
Jordy Smith (AFS) x Caio Ibelli (BRA)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.