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Artigos

Nilson Araújo
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Foto: Divulgação

O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional

Em agosto, quando celebramos o Dia Nacional do Corretor de Imóveis (dia 27), é importante olhar para além da data comemorativa e refletir sobre as transformações que vêm moldando a profissão e o próprio mercado imobiliário. O corretor de hoje já não é apenas o profissional responsável por aproximar comprador e vendedor. Ele precisa estar preparado para interpretar dados, compreender tendências, utilizar novas tecnologias, produzir conteúdo, construir relacionamentos e, sobretudo, oferecer uma experiência cada vez mais qualificada ao cliente.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

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Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

loise chamusca

Consultoria de amamentação oferece apoio a mães com dificuldades no aleitamento em Salvador
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Mulheres que enfrentam dificuldades para amamentar os filhos ganharam uma nova ferramenta de apoio durante a gestação e o período pós-parto: a consultoria em amamentação. O serviço consiste em um atendimento especializado realizado por profissionais capacitados, como enfermeiras, obstetrizes e fonoaudiólogas, com o objetivo de orientar e acompanhar a mãe e a família nas diferentes etapas do aleitamento materno.

 

Em Salvador, parte dessas profissionais atua de forma independente, oferecendo atendimentos individualizados, inclusive em domicílio. Para entender melhor como funciona o serviço, o Bahia Notícias conversou com Loise Chamusca, que trabalha há mais de 25 anos como consultora em amamentação.

 

Segundo ela, o sucesso do aleitamento não depende apenas da disposição da mãe em amamentar. A saúde materna, a anatomia da mama e as condições do bebê também podem interferir diretamente no processo. Entre os fatores estão a prematuridade, doenças preexistentes da mãe e disfunções orais que podem dificultar a pega correta do bebê.

 

“O preparo é para entender todo o processo. A consultoria vem exatamente porque muita gente desmama precocemente pela falta de entendimento, pela falta de orientação. Hoje, com o avanço da ciência, a gente sabe da importância do aleitamento humano quando pensa em viver mais e com melhor qualidade de vida”, explicou.

 

Para Loise, a amamentação está longe de ser simplesmente colocar o bebê no peito. O ambiente, a cultura familiar e as informações recebidas pela mãe também podem influenciar na experiência.

 

“Não é só colocar o bebê no peito e está tudo bem. Depende da mãe e do bebê. Existem muitos fatores que interferem diretamente para o sucesso da amamentação, desde a ambientação até a cultura das pessoas que, às vezes, acabam atrapalhando a mãe que amamenta”, afirmou.

 

A consultora também destaca que algumas condições de saúde da mulher podem repercutir na produção de leite, enquanto alterações na boca ou na sucção do bebê podem dificultar a retirada adequada do leite da mama.

 

“Muita gente tem algumas doenças pré-existentes que podem repercutir também na produção do leite. Tem bebê que não pega a mama direito, que não abocanha por alguma disfunção oral. Hoje, a consultoria trabalha em cima desse processo, avaliando quem é essa mulher e quais são os fatores de risco”, disse.

 

Durante o atendimento, a profissional avalia, entre outros aspectos, o formato da mama e a forma como o bebê deve fazer a pega para evitar ferimentos e garantir uma transferência eficiente de leite.

 

“Não existe leite fraco. Existe o bebê que não mama direito”, resumiu.

 

ACOMPANHAMENTO 
De acordo com Loise, o ideal é que o acompanhamento comece ainda durante a gestação. A consulta pré-natal permite identificar possíveis fatores de risco e preparar a mulher para os desafios que podem surgir após o nascimento do bebê.

 

“Faço uma consulta pré-natal e avalio, oriento essa mulher e já identifico quais são os possíveis riscos dela. Claro que vai depender também do bebê depois que ele nascer. Oriento todo o processo e atendo essa mulher se ela tiver qualquer complicação, se machucar a mama ou se o bebê não estiver ganhando peso de forma eficiente”, contou.

 

O acompanhamento também pode continuar durante o puerpério e em outras fases da amamentação, principalmente quando surgem problemas como dor, fissuras, obstrução da mama ou dificuldades na pega.

 

“Vou avaliar todo o processo junto com essa mulher no período pós-parto ou em alguma fase da amamentação em que ela tenha alguma obstrução. Tudo isso a gente acolhe no puerpério também, que é quando ela fica muito vulnerável, fragilizada, e auxilia nesse processo de amamentação, de ajuste”, afirmou.

 

ATENDIMENTO INDIVIADUALIZADO
Cada consulta dura, em média, entre uma hora e meia e duas horas, mas o atendimento pode se estender pelo tempo necessário. Em Salvador, Loise cobra R$ 420 por sessão e atende, no máximo, quatro pacientes por dia, geralmente em domicílio.

 

A limitação da quantidade de atendimentos, segundo ela, é justamente para garantir que cada mãe e cada bebê tenham um acompanhamento individualizado.

 

“Cada mamãe e cada bebê vai requerer o seu tempo de adaptação. Às vezes eu atendo crianças prematuras, bebês com muitas dificuldades e bebês especiais. Cada mãe traz a sua necessidade”, explicou.

 

A profissional conta que trabalha com consultoria em amamentação há mais de 25 anos. Segundo ela, a maior parte das mulheres que procuram o serviço atualmente tem entre 25 e 45 anos, em um cenário no qual muitas mulheres têm optado pela maternidade mais tarde.

 

ACOLHIMENTO
Uma das mães atendidas, a médica Mirella Pelissari, de 37 anos procurou ajuda em dois momentos diferentes: no nascimento do primeiro filho, há seis anos, e novamente após o nascimento da filha caçula, hoje com seis meses.

 

Ela conta que buscou a profissional em meio ao que descreveu como um momento de “desespero” e sofrimento provocado pelas dificuldades para amamentar.

 

“Foi o desespero mesmo, de sofrimento, de uma dificuldade de amamentação. Então eu tive dois contatos com Loise, com o Socorro da Amamentação: no meu primeiro filho, há seis anos, e agora com a minha bebê, de seis meses”, relatou.

 

Para a mãe, o acompanhamento foi um “divisor de águas”. Além do conhecimento técnico acumulado pela profissional ao longo dos anos, ela destaca o acolhimento recebido durante o atendimento.

 

“Ela foi um divisor de águas na minha vida, não só tecnicamente — porque ela tem muito conhecimento, de muitos anos nessa área —, mas como ser humano. Ela é um ser humano incrível”, afirmou.

 

De acordo com ela, o atendimento não se limita a ensinar técnicas de amamentação, mas envolve também a mãe, o bebê e os demais integrantes da família.

 

“Ela acolhe a gente não só como profissional ensinando técnica, técnica, mas também como pessoa. Ela se coloca no lugar da mãe, da família da mãe, dos pais, de todo mundo, e consegue integrar e entregar isso com muito carinho para todos nós”, completou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Camilla Batista

Camilla Batista
Foto: Daniel Araújo / Antena 1 Salvador

"Falta vontade política". 


Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.
 

Podcast

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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