Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
logistica
Único representante do interior da Bahia no Campeonato Brasileiro Feminino A2, em 2026, o Doce Mel/Jequié terá um desafio para além das quatro linhas, a logística. Sem aeroporto ativo na cidade, a equipe deve enfrentar os deslocamentos mais complexos entre todos os clubes que disputam as Séries A1, A2, A3 e a Copa do Brasil Feminina.
Atualmente, os aeroportos viáveis para a delegação são o Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, e o 2 de Julho, em Salvador, sendo este último o principal ponto de saída nas viagens realizadas na última temporada. A ausência de voos diretos obriga o time a longos trechos de estrada, conexões aéreas e pouco tempo de recuperação entre uma partida e outra.
Em conversa com o Bahia Notícias, o técnico da equipe, Emanuel Campos Silva, o Tinho, explicou que essa será a maior dificuldade vivida pelo time. “A maior dificuldade de uma equipe do interior é justamente a logística para disputar uma competição desse tamanho nacional”, afirmou.
“Mesmo com a CBF bancando as viagens, o desgaste é maior. Muitas vezes saímos de um jogo, chegamos de madrugada em Jequié e já precisamos viajar novamente para outra partida”, completou.
Diferente do Doce Mel/Jequié, outros clubes do interior contam com aeroportos próximos ou dentro da própria cidade, o que reduz o impacto das viagens, como Ferroviária (SP), Juventude (RS) e JC Itacoatiara (AM). A realidade também se repete no futebol masculino, onde a maior concentração de clubes está nas capitais, que reúnem maior estrutura, investimento e facilidade logística.
Na Série A2, competição que o Doce Mel disputará em 2026, todas as equipes se enfrentam em nível nacional, exigindo grandes deslocamentos.
Apesar dos obstáculos, o Doce Mel/Jequié vive um momento histórico. O clube alcança em 2026 um novo patamar no futebol feminino, passando a competir entre equipes tradicionais do cenário nacional e levando o nome do interior baiano às principais competições organizadas pela CBF.
“Essa é a realidade das equipes do interior. A gente segue competindo, representando nossa região e reforçando a necessidade de um aeroporto regional, que facilitaria não só o esporte, mas o desenvolvimento de toda a região”, concluiu Tinho.
Pouco tempo depois da classificação para a Copa do Mundo de 2026, a comissão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou o planejamento para a participação da Seleção Brasileira na competição. Nos últimos dias, Sérgio Dimas, supervisor geral da CBF, e Guilherme Passos, fisiologista, visitaram os Estados Unidos para inspecionar possíveis locais de treinamento e alocação da delegação.
Como uma das missões da preparação da equipe, a CBF mapeou diversos locais que podem ser destinos para abrigar o Brasil durante a disputa da Copa do Mundo, que vai ser disputada na América do Norte, com sedes no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Pela primeira vez, a Copa vai ser disputada por 48 seleções.
Para Rodrigo Caetano, coordenador executivo geral da CBF, esta fase inicial de preparação é essencial no ciclo da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo.
“Assim que confirmamos a classificação matemática para a Copa, disparamos nosso planejamento em busca de identificar os melhores “base-camps” (bases operacionais das equipes, compostas por instalações de treino e alojamentos da Fifa), para quando tivermos o sorteio dos grupos em dezembro. A ida do Sérgio Dimas e do Guilherme procura também identificar o que a gente chama de “base-camp CBF”, que vai ser onde faremos a nossa fase preparatória”, disse Rodrigo Caetano.
O principal objetivo desta excursão é catalogar e encontrar a melhor qualidade de gramados, hotéis, facilidades de logísticas, a menor diferença de fuso horário possível e dentre outras questões que, a depender da escolha, podem influenciar positivamente ou negativamente no desempenho da Seleção, o que explica a frase dita por Rodrigo Caetano: “Uma Copa do Mundo se ganha e se perde dentro e fora de campo”.
“É obrigação nossa ter essas opções levantadas. Uma Copa do Mundo se ganha e se perde dentro de campo e fora dele. Nosso trabalho é planejar, identificar todas as possibilidades e estarmos atentos a todos os detalhes, para que no período da Copa tudo corra rigorosamente conforme o desejo da comissão técnica do Carlo Ancelotti. E também darmos as melhores condições para os atletas, não só no período da disputa, mas também naquele período preparatório da última data-fifa de junho”, explicou o coordenador.
Cícero Souza, gerente de Seleções Masculinas, foi o responsável por traçar as melhores rotas e destinos que possam abrigar a Canarinho.
“Entender as condições atuais e as melhorias necessárias em cada uma das principais possibilidades de sedes de treinamento da seleção durante a Copa do Mundo nos permite mapear os ambientes e dotar de estrutura apropriada todos os cenários possíveis, para que nossas áreas estejam em condições de trabalhar em excelência, seja a parte técnica, área de saúde, análise de desempenho, etc …”, detalhou.
Tendo o planejamento em mãos, Sérgio Dimas e Guilherme Passos foram verificar presencialmente os possíveis locais de alocação da equipe nacional. A primeira parada foi Orlando, no estado da Flórida. Uma decisão que justifica a intenção inicial de buscar opções que ofereçam um ambiente favorável para a Seleção, visto que é uma região dos EUA que conta com um número alto de brasileiros e que foi utilizada pelo Brasil na preparação para a Copa América 2024. Houve a inspeção de hotéis e de locais de treinamento na cidade e nas proximidades, além do estádio para a realização de amistosos e jogo-treino.
Depois a dupla de representantes da CBF desembarcou em Seattle, uma das maiores cidades do país, sendo próxima da fronteira com o Canadá, um dos chamados “base camp” da Fifa e que está sendo sede da Copa do Mundo de Clubes. A visita de Sérgio e Guilherme se encerrou em Portland, onde fica a sede da Nike e que também pode ser um dos locais indicados pela Fifa.
O show da Banda Barão Vermelho, que aconteceria na Concha Acústica, neste sábado (7), foi cancelado. A Salvador Produções, empresa responsável pela realização do evento, informou que o cancelamento se deu por questões de logística. "Lamentamos os transtornos decorrentes da ocasionalidade e ressaltamos que os ingressos adquiridos antecipadamente serão reembolsados", destacou a empresa por meio de nota. Até o momento, o show não tem uma nova data para acontecer.
Aqueles que já haviam adquirido o ingresso na bilheteria do Teatro Castro Alves (TCA) ou SACs devem se dirigir à bilheteria do TCA com documento oficial com foto e CPF, além do cartão de crédito ou débito com o qual efetuou a compra. Já para aqueles que compraram o ingresso através do site Ingresso Rápido ou do aplicativo para smartphones, o estorno será feito pelo mesmo canal de compra. Em caso de dúvidas, a produção recomenda acessar o sac.ingressorapido.com.br.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.