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A lista final da avaliação pedagógica das obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) no período 2027-2030 já está disponível para consulta no edital (nº 145, 2026), publicado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (1º).
Segundo o MEC, os materiais são voltados à formação continuada e ao trabalho pedagógico dos professores da educação básica pública, das redes federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal participantes do programa.
As obras do PNLD Anos Iniciais 2027-2030 terão ciclo de atendimento de quatro anos para os docentes.
PARECERES OFICIAIS
Ao todo, a lista traz os nomes de 92 obras de apoio teórico-metodológico aos professores aprovadas e reprovadas, após a análise da Secretaria de Educação Básica do MEC.
RECURSO DAS EDITORAS
Os detentores dos direitos autorais que discordarem do resultado da avaliação pedagógica do PNLD poderão apresentar o recurso no prazo de dez dias corridos.
Os editores participantes deste processo de aquisição de obras didáticas destinadas aos professores devem encaminhar o protocolo por meio de endereço eletrônico do MEC.
PRÓXIMAS ETAPAS
Com a divulgação do resultado final, o processo segue para as próximas etapas de aquisição e carregamento digital dos arquivos de todos os volumes das obras em sua última versão na Plataforma PNLD Digital.
Após a conclusão das próximas etapas e a aquisição dos materiais pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as obras selecionadas poderão ser disponibilizadas aos professores por meio do PNLD Digital.
Todas as obras adquiridas deverão apresentar os selos e outros elementos do programa federal fornecidos pelo FNDE.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Os novos livros farão parte do acervo da Biblioteca do Professor e permitem o contato com produções recentes sobre formação docente, além de trazer exemplos de práticas pedagógicas desenvolvidas em diferentes contextos.
CONFERÊNCIA PELA SOCIEDADE
Das 76.262 escolas públicas participantes desta edição do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), 84,73% finalizaram a escolha de obras didáticas e de apoio teórico-metodológico.
O FNDE tem uma página eletrônica de acompanhamento, onde a sociedade pode acompanhar a situação de cada escola pública e de sua respectiva unidade da federação em relação à escolha do material educacional.
Ao lado de 47 pessoas indígenas representando etnias do Brasil, Argentina e Equador, a ONG baiana, Thydêwá, localizada em Olivença, distrito de Ilhéus, anunciou o lançamento de um livro paradidático sobre a diversidade cultural e etnica dos grupos indígenas na América Latina.
O livro “11.645 Indígenas e Diversidade para a Paz”, da Rede de Abya Yala com Amor com realização da ONG Thydêwá, será lançado no dia 16 de outubro, às 9h, no Colóquio "Poéticas e Narrativas Indígenas e Negro-brasileiras", do Núcleo de Estudos Afro-Regionais e Indígenas (KÀWÉ) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), localizada no Campus de Ilhéus, no extremo sul baiano.
O livro, que é digital, foi desenvolvido durante seis meses, para ser uma ferramenta aliada no dia a dia das escolas, auxiliando educadores na incorporação da temática das Culturas Indígenas em suas práticas pedagógicas. Além de enriquecer o currículo escolar, o livro busca fomentar uma sociedade mais inclusiva, livre de preconceitos, racismos e violências.
A obra será disponibilizada em português para download gratuito no dia 16 de outubro, no site da ONG Thydêwá (https://www.thydewa.org/paz). No conteúdo do livro, o público vai encontrar histórias, relatos, contos, reflexões, poesia, desenhos, ilustrações, colagens e atividades para serem realizadas em salas de aulas.
Segundo Sebastián Gerlic, presidente da ONG Thydêwá, "Este livro é como sementes e adubo para o despertar de nossa nova humanidade, reconectada com a Natureza e a Vida. Trazemos a diversidade cultural viva e as sabedorias indígenas como inspiração e guia para todos caminharmos, superando fronteiras, irmanando, limpando preconceitos, curando feridas e alimentando o espírito", afirma.
O livro é uma ferramenta para tentar reduzir os preconceitos sobre os indígenas. "Com a invasão veio a colonização e os religiosos pregaram o preconceito e a discriminação, que ainda hoje existem, mas para nós Tupinambás cada ser humano é livre para viver como quiser. O que, aos olhos do não indígena, é pecado, para nós, é natureza, é natural. Portanto, sim, existem indígenas LGBTQIAP+ e é para pôr fim de vez a essas dúvidas que nos reunimos para escrever este livro", afirma um dos autores, Herbert Tupinambá.
A Thydêwá foi fundada em 2002 e é uma organização reconhecida nacional e internacionalmente. Ao longo de sua trajetória, já publicou mais de 40 livros, entre impressos e digitais, de protagonismo indígena e vários conteúdos audiovisuais, tendo como missão a valorização das Culturas Indígenas, da Diversidade Cultural em Diálogo e da Cultura da Paz.
Serviço
Evento - Lançamento do livro digital paradidático “11.645 Indígenas e Diversidade para a Paz”.
Data - 16 de outubro, às 9h.
Local - Colóquio "Poéticas e Narrativas Indígenas e Negro-brasileiras", na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Campus Soane Nazaré de Andrade, Rod. Jorge Amado, Km 16 - Salobrinho, Ilhéus – BA.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.