Artigos
El Niño de 2026: o país não pode enfrentar uma seca histórica de olhos vendados
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
litoral da bahia
Um incêndio que atingiu uma pousada na manhã desta quinta-feira (16) em Morro de São Paulo, no município de Cairu, foi rapidamente controlado e não deixou feridos no local turístico do litoral baiano. A mobilização emergencial da comunidade, incluindo turistas, foi crucial para conter o avanço das chamas. Felizmente, não houve nenhum ferido.
Apesar do susto, a equipe do hotel confirmou ao Bahia Notícias (BN) que o fogo foi debelado por volta das 9h desta manhã, permitindo que as atividades locais seguissem normalmente pela tarde. O incidente ocorreu próximo à Segunda Praia e não causou corte de energia no estabelecimento.
Confira imagens gravadas por turistas e postadas nas redes sociais:
??Incêndio atinge telhado de pousada em Morro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 16, 2025
de São Paulo
?? Confira: pic.twitter.com/9JNcINl9Tk
A contenção inicial foi possível graças à atuação direta de moradores e turistas, que agiram rapidamente devido à ausência de uma unidade local do Corpo de Bombeiros na ilha, em um telhado que foi atingido pelas chamas.
Bombeiros do 5° Batalhão de Bombeiro Militar (BBM), sediado em Valença, confirmaram ao BN a intervenção no local, mas a dependência do deslocamento marítimo e terrestre para Morro de São Paulo resulta em um tempo de resposta considerado crítico, deixando o balneário turístico vulnerável. Ou seja, os moradores e turistas tiveram papel crucial em controle das chamas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.