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linnoy
Não precisa ser domingo nem estar sol em Salvador para a banda Os Sungas reaparecer. Apesar de ter data em um dos maiores hits da carreira, o grupo de pagode anunciou o retorno aos palcos em uma quinta-feira (23) chuvosa, mas sem perder a energia de um dia de verão.
Com Linnoy nos vocais, o grupo celebrou o retorno em um evento para convidados realizado em um restaurante na capital baiana.
Para marcar o retorno, a banda lançou o EP Minha Praia nas plataformas digitais com 5 músicas, entre elas o clássico 'Eu Vim de Aleluia (Domingo de Manhã)', e 'Tá Rolando Clima'.
"O bom filho a praia retorna, e eu vim aqui confirmar esse discurso de legado, de pertencimento, de história incrível, construida por uma galera incrível, voltando da praia num fim de semana", afirmou Linnoy.
O cantor e compositor Linnoy, do “Swing do Linnoy”, celebrou sua terceira participação no Furdunço, pré-carnaval de Salvador. Em entrevista ao Bahia Notícias, antes de sua apresentação, o músico que já teve passagem pelos grupos “Os Sungas” e “Ara Ketu”, revelou sua expectativa para o desfile e também comemorou a importância da festa.
“A expectativa é sempre a melhor possível. São dez anos de Furdunço, dentre esses a gente participa em três como atração artística e são dez anos de folião, de fã das festas de rua da Prefeitura. O Furdunço é uma festa da família e a gente fica feliz quando os pranchões passam e a gente sente calor humano de pertinho. É esse estreitamento das nossas relações, o artista está pertinho do povo e assim que funciona só é gostoso assim, é maravilhoso”, enfatizou o artista.
Na ocasião, Linnoy comentou também sobre sua agenda de shows para o Carnaval 2024.
“A gente está em São Paulo sábado e domingo. Na segunda-feira de Carnaval a gente está no pelourinho e ainda tem algumas propostas. Nesse ano muita coisa está sendo fechada em cima da hora. Então, hoje ainda tem algumas respostas de outras coisas, mas por enquanto é isso, mas vamos curtir o agora que é o nosso primeiro dia de Carnaval”, apontou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.