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O ex-goleiro Deola, campeão baiano pelo Vitória em 2013, utilizou as redes sociais para anunciar que está em busca de uma nova oportunidade profissional no futebol. Aposentado dos gramados desde 2023, o ex-atleta publicou no LinkedIn que procura vagas para atuar como treinador ou auxiliar técnico.
Após encerrar a carreira, Deola trabalhou por mais de dois anos no Sfera, equipe paulista voltada à formação de atletas. No clube, exerceu a função de preparador de goleiros da categoria sub-19.
Durante a passagem pelo Vitória, o ex-goleiro ganhou espaço em 2012 e se firmou como titular na campanha que garantiu o acesso do clube da Série B para a Série A do Campeonato Brasileiro. Ele também participou de duas goleadas históricas sobre o Bahia, maior rival, por 5 a 1 e 7 a 3.
Além do Rubro-Negro, Deola defendeu diversos clubes do futebol brasileiro ao longo da carreira. O ex-goleiro acumulou passagens por Sociedade Esportiva Palmeiras, Fortaleza Esporte Clube, Atlético Sorocaba, Juventus-SP, Tubarão da Serra, America-RJ, ASA, Villa Nova-MG e Real Brasília.
A utilização da rede social LinkedIn, conhecida no mundo corporativo como uma ferramenta para divulgar uma espécie de currículo eletrônico com o compartilhamento de experiências profissionais e até oferecimento de serviços, rendeu a abertura de um processo administrativo disciplinar (PAD) contra uma servidora pública do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
A portaria que autoriza a instauração do PAD foi publicada nesta quinta-feira (12). Segundo a publicação, C.M.V.R foi afastada cautelarmente do cargo e será investigada pela Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) do tribunal.
A CGJ indica que a apuração contra a escrevente de cartório foi aberta “em razão da comunicação que noticia manutenção de perfil no sítio eletrônico 'linkedin', em que dispõe ou oferece ‘serviços judiciais’”. O juiz assessor especial da Corregedoria, Marcos Adriano Silva Ledo, conduzirá o PAD e terá 90 dias para apresentar relatório conclusivo.
Como destaca a portaria, o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia não permite que funcionários públicos se utilizem do cargo para proveito pessoal.
O Código de Ética e Conduta dos Servidores e das Servidoras do Poder Judiciário do Estado da Bahia proíbe aos servidores exercer advocacia judicial ou administrativa e atuar como procurador ou intermediário junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de percepção de remuneração, benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até segundo grau e de cônjuge ou companheiro; bem como fazer uso do cargo ou da função, de informações privilegiadas obtidas em razão do cargo ou da função, para obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em benefício próprio, de outros, de grupos de interesses ou de entidades públicas ou privadas.
“O servidor ou a servidora deverá zelar, para que os atos da vida particular não comprometam o exercício das atribuições do cargo que ocupa, tampouco a imagem do PJBA, de modo a prevenir eventuais conflitos de interesse”, fixa o artigo 6º do Código de Ética.
O ex-lateral Patrice Evra anunciou, na última semana, a criação de um novo projeto para profissionais do futebol. Segundo o francês, um 'LinkedIn do futebol' está sendo desenvolvido para conectar atletas, gerentes e treinadores.
Em suas redes sociais, Evra divulgou o lançamento do aplicativo Player. Nele, jogadores que buscam evoluir podem criar portfólios completos, incluindo vídeos e estatísticas, para que agentes possam avaliar seus talentos e oferecer oportunidades.
Segundo a revista Forbes, o Player já recebeu um investimento de cerca de US$ 1,2 milhão (aproximadamente R$ 6,55 milhões).
"Quando jogava no Manchester United, sonhava com uma plataforma para compartilhar minhas experiências e conquistas com a comunidade do futebol. Agora, os jogadores podem otimizar cada partida", afirmou Evra.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.