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lin shidong
O brasileiro Hugo Calderano fez história neste domingo (20) ao vencer o chinês Lin Shidong e conquistar pela primeira vez para o Brasil o título da Copa do Mundo de Tênis de Mesa. A vitória por 4 sets a 1 (6/11, 11/7, 11/9, 11/4 e 11/5), em menos de uma hora de jogo, foi suficiente para garantir um feito inédito tanto para o país quanto para a América Latina.
Calderano superou o atual número 1 do mundo em plena China, onde a competição foi realizada, na cidade de Macau. Com o título, tornou-se o primeiro atleta fora da Ásia e da Europa a vencer o torneio.
A campanha de Hugo foi marcada por uma série de vitórias sobre adversários de alto nível. Ele passou pelo canadense Eugene Wang (65º), pelos japoneses Yukiya Uda (30º), Hiroto Shinozuka (29º) e Tomokazu Harimoto (3º), além do chinês Wang Chuqin (2º), nas semifinais. A vitória sobre Harimoto, inclusive, já havia garantido a primeira medalha do Brasil na história da competição, que não tem disputa pelo terceiro lugar.
Na final, o início foi desfavorável ao brasileiro, que perdeu o primeiro set com relativa facilidade. No entanto, reagiu com uma postura agressiva e conseguiu virar a partida. Com boa distribuição de jogadas e domínio no saque, Calderano controlou os sets seguintes até fechar o confronto.
“Estou muito feliz com essa conquista. Significa muito para mim e para o tênis de mesa brasileiro. Mostra que estamos no caminho certo”, declarou o atleta após a partida.
Esta foi a sexta participação de Hugo Calderano em edições da Copa do Mundo. Até então, seu melhor desempenho havia sido nas quartas de final, em 2019.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.