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O Boca Juniors atravessa um período de instabilidade que extrapola o desempenho esportivo. De acordo com levantamento da Associação do Futebol Argentino (AFA), o clube perdeu cerca de 40 mil sócios no último ano, o equivalente a uma redução de aproximadamente 12,8% do seu quadro associativo, a maior queda já registrada pela instituição em um intervalo de 12 meses.
O recuo ocorre após uma temporada marcada por resultados irregulares, ausência de títulos relevantes e eliminações precoces em competições consideradas prioritárias. O impacto vai além do aspecto esportivo, uma vez que o programa de sócios representa uma das principais fontes de receita do clube e é fundamental para o planejamento financeiro anual.
A diminuição do número de associados limita a capacidade de investimento do Boca, especialmente no mercado de transferências. O cenário contrasta com o do River Plate, principal rival, que destinou 9,2 milhões de euros (cerca de R$56,9 milhões) a mais na contratação de reforços no mesmo período.
O ambiente de insatisfação entre os torcedores também se reflete nos números dentro de campo. Em 2025, o Boca estabeleceu o maior jejum de vitórias de sua história, com 12 partidas consecutivas sem vencer. O recorde anterior havia sido registrado em 2021, quando a equipe passou dez jogos sem triunfar.
Diante da combinação entre dificuldades esportivas e perda de receita, o clube projeta um cenário desafiador para a temporada de 2026. O presidente Juan Román Riquelme terá como principal desafio recuperar a confiança da torcida, enquanto o técnico Claudio Úbeda trabalha na reformulação do elenco em busca de maior competitividade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.