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ligue 2
Após tornar-se o proprietário mais jovem da história ao adquirir o SM Caen, da Ligue 2, em setembro deste ano, o atacante Kylian Mbappé quase realizou um investimento ainda mais ousado. De acordo com o jornal espanhol Diario AS, o francês tentou adquirir o Mônaco, clube onde se destacou e ganhou projeção mundial, mas desistiu da operação por considerá-la muito cara.
Na temporada passada, o Mônaco anunciou oficialmente que estava à venda, despertando o interesse de Mbappé. O fundo de investimento do jogador, Coaliton Capital, no qual sua família também investe, avaliou o custo da operação e a considerou excessiva. Diante da frustração, o jogador direcionou seus esforços para outros projetos e solicitou a Ziad Hammoud, CEO da Coaliton Capital, que buscasse um clube com um valor mais acessível.
Foi então que surgiu a oportunidade de investir no Caen, um time com tradição na Ligue 1 que buscava um investidor para retornar à primeira divisão do futebol francês. Sua mãe, Fayza Lamari, realizou diversas viagens à Normandia para negociar com investidores locais. Por 15 milhões de euros, o atacante tornou-se o maior acionista do clube, detendo 80% das ações e se consolidando como o jogador mais jovem a investir em um clube de futebol.
Apesar de não ter sido bem-sucedido em sua primeira tentativa, Mbappé não descarta a possibilidade de fazer uma nova oferta ao Mônaco no futuro. O clube monegasco, mesmo enfrentando uma crise financeira e buscando novos investidores, ocupa atualmente a segunda posição na Ligue 1. Rumores indicam que empresas da Arábia Saudita demonstraram interesse em investir no clube, mas ainda não há negociações oficiais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"Eu não vou fazer pré-julgamento. Não sei ainda a motivação nem qual foi a busca. Apenas recebi a ligação do diretor-geral da Polícia Federal. Pelo que me foi dito, parece ser uma investigação sobre questão de gabinete, mas não sei a fundo e, por isso, não quero fazer pré-julgamento".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao afirmar que o Judiciário “está cumprindo o seu papel” ao autorizar operações contra parlamentares. A declaração foi feita após a deflagração de uma ação da Polícia Federal que teve como alvos o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), e o deputado Carlos Jordy (PL-RJ).