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ligia costa rosa
A sessão da última terça-feira (11) na Câmara Municipal de São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foi marcada por tensão e denúncias. Isso porque uma vereadora, Lígia Costa Rosa (Republicanos), afirmou ter recebido ameaças de morte após iniciar a coleta de assinaturas para a criação de uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito].
?? Vereadora de São Francisco do Conde denuncia ameaças de morte após pedido de CPI
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 13, 2025
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A intenção seria investigar possíveis irregularidades na Secretaria Municipal de Saúde, atualmente comandada pela vereadora licenciada Greice Tanferi (PSDB). Segundo o Jornal Candeias, Lígia Costa Rosa relatou que as mensagens foram enviadas a um número de celular, acompanhadas de uma foto dela e do esposo, o advogado Allan Abbehusen, com frases intimidatórias.
A vereadora contou que as ameaças ocorreram logo após a leitura do requerimento da CPI na sessão. Mesmo diante do ataque, ela afirmou que não vai recuar. “Não tenho medo. Sou uma mulher forte. Não vão me desestabilizar.”
Lígia e o esposo afirmaram que irão acionar a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) para registrar boletim de ocorrência, solicitar investigação e pedir proteção policial. Durante a sessão, o vereador Rafael Nogueira (PSDB), mais votado na última eleição, manifestou solidariedade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.