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liga mais equilibrada
Um levantamento realizado pela empresa de inteligência esportiva Twenty First Group classificou o Campeonato Brasileiro como a sexta liga de futebol mais forte do mundo e a segunda mais equilibrada, atrás apenas da Major League Soccer (MLS), dos Estados Unidos.
A análise, divulgada pelo portal The Athletic, considera critérios como desempenho técnico e equilíbrio entre os clubes. O cientista de dados sênior da empresa, Aurel Nazmiu, explicou os parâmetros adotados.
“Atualmente, classificamos a Série A do Brasil como a sexta melhor liga do mundo, então esperávamos que os quatro times brasileiros fossem competitivos antes do torneio”, disse Aurel Nazmiu.
O ranking de qualidade coloca o Brasileirão atrás da Premier League (Inglaterra), LaLiga (Espanha), Bundesliga (Alemanha), Serie A (Itália) e Ligue 1 (França). Já no quesito equilíbrio, apenas a liga norte-americana supera a brasileira, beneficiada por políticas como o teto salarial.
A metodologia do estudo utiliza um algoritmo que mede a força média das equipes a partir de sua posição em um ranking global de clubes. O equilíbrio do Campeonato Brasileiro é explicado pela pequena diferença técnica entre as equipes. A distância entre times como Palmeiras e Flamengo e o Juventude, atual penúltimo colocado, é considerada relativamente baixa, o que aponta para uma competitividade mais ampla.
O relatório também destacou o caso da liga da Arábia Saudita, apontada como a quinta mais desigual do mundo em termos de qualidade técnica. O alto investimento feito por clubes como o Al Hilal, em contraste com o restante da competição, amplia a disparidade.
“Embora classifiquemos a Liga Saudita como a 50ª melhor liga do mundo, o Al Hilal está significativamente melhor do que o restante da liga no momento”, afirmou Nazmiu, citando que o clube saudita ocupa a 132ª posição no ranking mundial do grupo.
Os desempenhos recentes de clubes brasileiros como Fluminense, Palmeiras, Botafogo e Flamengo em competições internacionais também contribuíram para a repercussão dos dados e reforçaram o destaque do futebol nacional no cenário global.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.