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A disputa envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a liga Futebol Forte União (FFU) ganhou um novo capítulo fora dos canais tradicionais. Na última semana, o Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e Suas Entidades Estaduais de Administração e Ligas ingressou com uma ação civil pública na 2ª Vara Cível de Brasília contra a Sports Media Entertainment, empresa ligada à negociação dos direitos de transmissão dos clubes da FFU. A informação foi veiculada inicialmente por Lauro Jardim, do O Globo.
Na ação, o sindicato solicita que a empresa seja impedida de suspender, por qualquer motivo, o repasse de receitas comerciais aos 31 clubes integrantes da liga.
A iniciativa ocorre em meio a um cenário de embate político nos bastidores do futebol brasileiro. A composição da diretoria do Sinafut reúne nomes que também ocupam cargos em federações estaduais e na própria CBF, o que evidencia a proximidade institucional entre as partes.
Entre os dirigentes estão Gustavo Vieira, presidente do sindicato e da Federação do Espírito Santo; Ednailson Rozenha, secretário-geral, presidente da Federação do Amazonas e vice-presidente da CBF; e Ricardo Paul, diretor financeiro, presidente da Federação do Pará e também vice da entidade nacional.
A lista inclui ainda Adriano Aro, à frente da diretoria jurídica e da Federação Mineira; Felipe Feijó, diretor administrativo e presidente da Federação Alagoana; Rubens Angelotti, integrante do conselho fiscal, presidente da Federação Catarinense e vice da CBF; além de Ricardo Lima, vice do Sinafut e presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF).
O movimento judicial é mais um elemento na disputa de interesses que envolve a organização das ligas e a gestão dos direitos comerciais no futebol nacional.
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Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).