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O deputado estadual Tiago Correia (PSDB) foi escolhido, na tarde desta terça-feira (17), como líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Correia, que já fizera às vezes de líder em ausências de predecessores, venceu uma queda de braços com o deputado Samuel Jr. (Republicanos), que retirou a candidatura durante a reunião da minoria.
O tucano assume o posto até então ocupado por Alan Sanches (União), em meio a um debate sobre reorganização da oposição, que sofreu seguidas baixas após o segundo turno das eleições de 2022, a exemplo da adesão quase que integral dos deputados do Progressistas à base aliada do governo Jerônimo Rodrigues (PT). O grupo é formado na prática por menos de 1/3 dos parlamentares, inviabilizando uma ação de enfrentamento mais incisiva como oposicionistas na AL-BA — razão pela qual acordos para votações se tornam comuns no dia a dia da Casa.
O acordo para a desistência de Samuel Jr. incluiu uma negociação com o União Brasil, que abriu mão da 1ª secretaria para que o deputado do Republicanos assuma o posto mesmo sem conquistar a proporcionalidade prevista. Na bancada da minoria, havia um clima de tensão entre os parlamentares pela possibilidade de “bate-chapa” pela sucessão. A hipótese acabou não se concretizando com o entendimento envolvendo União Brasil, Samuel Jr. e o próprio Tiago Correia.
Alan Sanches ficou dois anos na função de líder da minoria, sucedendo Sandro Régis no papel. “Esses dois anos foram os mais difíceis porque a gente pegou um governador que tinha acabado de ser eleito. Então, tem aquele delay que dificulta fazer a oposição. Mas graças a Deus, a gente conseguiu conduzir com tranquilidade. Foram dois anos que a gente conseguiu conduzir com tranquilidade. E agora, preciso me dedicar um pouquinho a outro projeto como vocês já sabem para Câmara Federal”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.