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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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O governo publicou nesta segunda-feira uma resolução que define a aplicação de R$ 13,5 bilhões em linhas de financiamento para empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos e por outros episódios de instabilidade internacional. Os recursos fazem parte do Plano Brasil Soberano e serão destinados também a setores considerados estratégicos para o comércio exterior brasileiro.
A maior parte, em torno de R$ 5 bilhões, será reservada a exportadores e fornecedores atingidos pelo aumento das tarifas comerciais impostas pelo governo americano a produtos brasileiros. Outros R$ 3,5 bilhões atenderão empresas que vendem para países do Golfo Pérsico e sofreram os efeitos do conflito no Oriente Médio.
Os R$ 5 bilhões restantes serão destinados a áreas consideradas estratégicas pelo governo. Desse total, R$ 2 bilhões irão para a produção de fertilizantes e insumos utilizados pelo setor, outros R$ 2 bilhões financiarão atividades ligadas a minerais críticos e estratégicos, e R$ 1 bilhão atenderá setores industriais relevantes para o comércio exterior.
No caso dos minerais, os recursos poderão financiar desde a extração, contanto que associada ao beneficiamento, ao refino ou à transformação da matéria-prima. O objetivo é apoiar etapas industriais e tecnológicas da cadeia, e não apenas a retirada do minério.
Poderão solicitar os financiamentos empresas, cooperativas e associações exportadoras, além de fornecedores ligados a essas atividades. A medida contempla exportações de bens industriais, produtos agropecuários, recursos minerais, pesca, aquicultura e florestas plantadas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta sexta-feira (29), a retomada da produção na fábrica da Ypê, em Amparo, no interior de São Paulo, após concluir que a empresa corrigiu os erros apontados pela agência em visita ao estabelecimento no final de abril. A liberação ocorreu após a revisita feita por agentes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, o Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e a Vigilância Sanitária de Amparo.
Segundo a Anvisa, a empresa apresentou um plano que atendesse às 76 exigências sanitárias apontadas durante a primeira inspeção. Entre as medidas cobradas estavam melhorias nos processos de fabricação, rastreamento dos produtos, controle de qualidade e monitoramento de possíveis riscos sanitários.
Segundo o presidente da agência, Leandro Safatle, a fábrica estaria em condições de retomar o funcionamento imediato. "Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”. A agência informou ainda que continuará acompanhando as ações corretivas implementadas pela empresa.
Segundo a decisão à qual a Agência Brasil teve acesso, os produtos da Ypê fabricados a partir de 1º de abril de 2026 poderão retornar a circular no mercado normalmente. A liberação vale para itens como lava-roupas líquidos, detergentes lava-louças líquidos e desinfetantes produzidos após essa data. Apesar disso, alguns produtos, como os detergentes, sabonetes líquidos para roupas e desinfetantes com lotes terminados em "1", continuam vetados pela Anvisa.
CASO YPÊ
A crise político-sanitária começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê que constavam falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo. A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.
O caso ganhou ainda mais atenção quando foi interpretado como conflito de interesses políticos por uma série de figuras públicas associadas ao bolsonarismo Nomes como o do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também filiada ao PL, e do empresário Luciano Hang, presidente da empresa Havan, chegaram a publicar vídeos em suas redes sociais apoiando a empresa contra a suposta perseguição do governo federal à Ypê.
Segundo a oposição, a suspensão se deu em razão do apoio dos gestores da empresa à campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro à presidência da República, em 2022. Na ocasião, os valores doados chegaram a R$ 1,5 milhão, o terceiro maior valor doado ao candidato naquele ano, sendo apenas superado pelos R$ 3 milhões do pastor Fabiano Zettel e os R$ 1,8 milhão doados pelo empresário José Salim Mattar Junior.
Mesmo com a liberação da fábrica, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para verificar se todas as medidas exigidas serão mantidas de forma permanente. A agência também destacou que os produtos ainda suspensos só poderão voltar ao mercado após apresentação de novos testes laboratoriais autorizados pelo órgão.
Mesmo com a liberação da fábrica, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para verificar se todas as medidas exigidas serão mantidas de forma permanente. A agência também destacou que os produtos ainda suspensos só poderão voltar ao mercado após apresentação de novos testes laboratoriais autorizados pelo órgão.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou nesta quinta-feira (5) a realização da live de Caetano Veloso para arrecadar fundos para a campanha da candidata a prefeita de Porto Alegre, Manuela D'Ávila (PC do B). O evento é fechado, com convites a R$ 30.
A live tinha sido proibida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) e pelo juiz da 161ª Zona Eleitoral, Leandro Figueira Martins, por entenderem que o evento se enquadraria como um showmício, prática que é vedada pela lei eleitoral (clique aqui e entenda).
O ministro Luis Felipe Salomão, relator do caso no TSE, entendeu que a Justiça Eleitoral não pode proibir previamente o evento e que “é permitido a candidatos e legendas comercializarem bens ou serviços, ou, ainda, promoverem eventos de arrecadação de recursos para a campanha”.
“Não estamos diante de um evento de propaganda de candidatura, nem de um showmício, o que temos é um show pago, a R$ 30, com pessoas que queiram ter acesso, com a finalidade de arrecadar recursos, inclusive sem pronunciamento da própria candidata”, afirmou o ministro Luís Roberto Barroso.
Conforme publicou o G1, Salomão afirmou que, futuramente, a Justiça Eleitoral poderá "examinar as condutas praticadas durante a apresentação, a fim de que, eventualmente, em outro processo, tome as providências que se fizerem cabíveis”.
Por sua vez, o ministro Mauro Campbell defendeu que as apresentações artísticas, sem nenhum vínculo eleitoral, continuam permitidas e que é vedada a censura prévia. No entanto, segundo ele, o show trará “quebra da isonomia”.
“Desequilíbrio que está sendo confessado desde já. Então os candidatos de todo país, faltando uma semana para o pleito, estarão alforriados a realizar showmício, enquanto até aqui todos acataram a orientação desde plenário de que a realização de eventos de candidatos com a presença de artistas em geral pela internet representa nada mais que a própria figura do showmício, ainda que em formato distinto da forma presencial. A candidata é organizadora do evento”.
Os ministros Tarcísio Vieira de Carvalho, Sérgio Banhos, Marco Aurélio Mello e Edson Fachin também acompanharam o relator na concessão da decisão liminar permitindo a realização da live.
Após o incêndio que destruiu parte do acervo e instalações do Museu Nacional (clique aqui), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 3,3 milhões e aprovou novas condições para a reconstrução da instituição. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, o contrato de apoio foi assinado em junho de 2018, antes da tragédia, mas um aditivo vai deve ser assinado nos próximos dias, para permitir o uso do dinheiro para a recuperação do museu.
Ainda segundo a publicação, o valor total da operação é de R$ 21,7 milhões, destinados ao Programa de Reconstrução do Museu Nacional. Deste valor, R$ 13,7 vão para a recuperação da instituição, sendo que R$ 3,3 milhões já foram liberados. De acordo com a colunista, do restantes, R$ 7,7 milhões serão para a elaboração de projeto arquitetônico, reforma e readequação do prédio da biblioteca central e R$ 368 mil para reestruturarum fundo patrimonial que contribua para a sustentabilidade do museu.
Na madrugada desta sexta-feira (9), dia em que Katy Perry lançou oficialmente seu mais novo disco, “Witness”, uma “coincidência” fervilhou os ânimos dos fãs do Pop nas redes sociais. E o motivo da polêmica foi que, após três anos de negociações, a rival Taylor Swif resolveu liberar toda a sua discografia nos serviços de streaming, como Spotify e Apple Music. “Em comemoração por 1989 ter vendido mais de 10 milhões de álbuns em todo o mundo e o anúncio da certificação RIAA por ter vendido 100 milhões de canções, Taylor quer agradecer a seus fãs disponibilizando todo seu catálogo de volta para todos os serviços de streaming esta noite à meia-noite”, escreveu a produção da artista no Facebook. A justificativa, porém, não convenceu a todos: “Boicotem a Taylor Swift, pelo amor de Deus! A mulher cagou pra gente quando tirou as músicas do Spotify, agora vai colocar só pra ‘gongar’ a Katy Perry”, escreveu um seguidor no Twitter. “Muito ‘escrotiane’ né. Katy perry lança álbum novo, show, Taylor vai e re-libera as músicas no spotify e todas plataformas”, concordou outra. Os fãs da loira, por sua vez, celebram a volta do catálogo da cantora às plataformas digitais e ignoram as críticas. “Meu fave adjetivo que os haters de Taylor Swift estão usando hoje é ‘desesperada’. Como se ela precisasse hitar com stream de álbum de 2014”, escreveu uma internauta. “Jesus amado! A Taylor Swift vai liberar streaming em tudo? Ahhh fui eu quem pedi sim. É pra isso que eu pago Spotify”, disse outro.
É tão bom acordar e ter um hino como New Romantics te esperando pra ser escutado
— Jão (@tsweetsnizer) 9 de junho de 2017
OBRIGADO TAYLOR SWIFT#1989StreamingParty pic.twitter.com/urmkMEEDmM
Taylor Swift vai liberar todos os álbuns no streaming no mesmo dia do lançamento da Katy Perry. #Witness pic.twitter.com/yTkXU7BLSo
— Thiago Pasqualotto (@thiago_p) 9 de junho de 2017
Taylor Swift Rainha cobra ???? colocando todas as músicas de volta no Spotify por conhecidencia no dia do lançamento do álbum da katy perry
— Gabriela Fadel (@gabbief) 9 de junho de 2017
Meu fave adjetivo que os haters de Taylor Swift estão usando hoje é "desesperada". Como se ela precisass3 hitar com stream de álbum de 2014
— Suzily S (@suzilys) 9 de junho de 2017
Boicotem a Taylor Swift,pelo amor de Deus! A mulher cagou pra gente quando tirou as músicas do Spotify, agora vai colocar só pra gongar a KP
— Fabricio Araujo (@whoistouko) 9 de junho de 2017
morto que a Taylor Swift vai se escorar nos Streaming agora, porque suas musicas estão despencando no iTunes #KPWWW
— Mafia da Yoncé ???????? (@MafiaYonceBR) 9 de junho de 2017
Em uma madrugada estreiou #OITNB, todos os álbuns da Taylor swift disponíveis no Spotify, album no da Katy perry. Que noite meus amigos
— Guida Cardoso (@offtotherace_) 9 de junho de 2017
Taylor Swift conseguiu barrar Witness? JAMAIS GATA ACEITA é #1 em mais de 44 países. E #KPWWW está no topo dos trends. Quem foi a barrada? ????
— Ghertrudes (@gaitadeflores) 9 de junho de 2017
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.