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leticia prisco
A atriz Heloisa Périssé escolheu o litoral baiano para dias de pausa após o fim de um trabalho recente na TV. Em clima de férias, ela está em Barra de Jacuípe, onde apareceu ao lado da diretora Letícia Prisco durante visita à Barraca da Jajá, estabelecimento famoso na região.
A viagem acontece após o encerramento da novela “Êta Mundo Melhor!”, na qual Heloisa interpretou a vilã Zulma. O momento foi compartilhado nas redes sociais e contou ainda com a companhia de duas amigas. Nas imagens, o grupo surge reunido em um dos trechos mais movimentados do litoral de Camaçari.
Heloisa e Letícia mantêm um relacionamento desde o fim de 2024, com aparições pontuais em eventos e registros publicados de forma discreta. A aproximação entre as duas começou nos bastidores da segunda temporada da série “Tem que Suar”, exibida pelo Multishow.
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A atriz Heloisa Pérrisé, de 59 anos, posou pela primeira vez ao lado da namorada, Letícia Prisco, em um registro compartilhado nas redes sociais. O romance com a diretora foi revelado em novembro, e confirmado pela artista ao site Hugo Gloss.
Nos registros compartilhados por Périssé, a atriz aparece ao lado da amada, de 46 anos, no aniversário de Walcyr Carrasco.
De acordo com o jornal 'Extra', Heloísa e Leticia vivem um romance longe dos holofotes desde o fim do ano passado.
Segundo a publicação, as duas se aproximaram nos bastidores da segunda temporada do seriado "Tem que suar", exibido pelo Multishow em 2024, e depois acabaram se envolvendo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.