Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
leo santiago no bn na bola
Em entrevista para o BN na Bola, nesta terça-feira (30), Léo Santiago do canal Canto Rubro-Negro falou sobrea dificuldade que teve em ter que equilibrar o trabalho como comunicador e a paixão pelo Vitória.
“É um dos desafios mais difíceis que eu tive na vida. Passar pelo clube me ajudou muito com isso, me amadureceu e me fez entender que existem momentos, contextos e locais. É preciso separar e ter profissionalismo”, disse o comunicador.
Em outro momento, Léo ainda chegou a citar a forma com que tem que lidar com derrotas ou resultados difíceis.
“Assim que acaba o jogo, faço minhas reclamações todas até o momento que a live começa. Faço isso como desabafo pra chegar mais centrado e manter o profissionalismo do meu trabalho. Prefiro me preservar publicamente, mas não significao que não lido com minhfa frustração como torcedor”, detalhou o apresentador do Canal Rubro-Negro.
Em entrevista para o BN na Bola, nesta terça-feira (30), Léo Santiago do canal Canto Rubro-Negro falou sobre a necessidade de preparação do Vitória para posíveis propostas de tranformação de SAF no clube.
“O Conselho poderia estar debatendo sobre modelos, por mais que não haja proposta. É necessário estar preparado para quando a proposta chegar.” disse o comunicador.
Além disso, Léo afirmou que, a falta da discussão sobre modelos que encaixam no clube de maneira satisfatória pode fazer com que parte dos torcedores do Leão, com a ânsia de algo novo, atrapalhem o sistema e se antecipem.
“A SAF hoje é vista de uma forma romântica. Se a proposta vier, parte da torcida vai apostar no imediatismo de chegar um investidor, colocar dinheiro e resolver, sendo que não vai ser assim. Não pode atropelar o processo.”, finalizou Santiago.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.