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leo kret na barra
Ouvidora da Secretaria Municipal de Reparação [Semur] Leo Kret disse que a pasta var marcar de forma cerrada o preconceito na folia. Segundo ela, travestis e pessoas trans não se fantasiam para curtir a festa.
“Na verdade, a gente sabe que se travestir de mulher não é fantasia. Você chegar e botar fantasia, aí você vai estar o quê? Querendo se se passar por uma mulher trans, querendo depreciar a imagem de mulheres travestis. Então, se você puder fazer uma coisa que não vai constranger nós mulheres trans e travestis, assim como também índios, pessoas pretas, negras, que já passam por tanta dificuldade, então, por favor, vamos evitar esse constrangimento. E quem proibiu, por favor, fiscalize, viu? Porque não adianta chegar na TV e falar que é proibido e não fiscalizar. Então, carnaval está aqui e se vestir de mulher não é fantasia", afirmou.
Léo Kret participou do final dos festejos pré-carnavalescos, ocorrido na noite desta quarta-feira (15) no bairro da Barra. kret informou que a Semur vai contar com 80 pessoas para fiscalizar possíveis práticas de intolerância e preconceito contra pessoas LGBTQIA+, negras, indígenas, entre outras minorias sociais.
A ouvidora informou que vai estar na folia na sexta-feira (17) no trio de Anitta, na sexta, com Oh Polêmico no sábado, mesmo dia que trará uma novidade para a festa, a Pipoca do Todes.
MÚSICA DA FOLIA
Em relação à música do carnaval, Léo Kret espera que Oh Polêmico fature a disputa."Tô apostando nOh Polêmico. Léo Santana é muito meu amigo, mas eu gosto de dar oportunidades a novas pessoas. Léo já está grandão, o gigante, a música dele é maravilhosa, o compositor é meu amigo, Adriel, mas eu queria muito que Oh Polêmico ganhasse”, soltou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.