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lelila pereira
O Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ divulgou uma nota de repúdio contra a presidenta do Palmeiras, Leila Pereira, criticando sua postura em relação às pautas de diversidade e inclusão no futebol. O grupo acusa a dirigente de intolerância, desrespeito e falta de abertura ao diálogo com a comunidade LGBTQ+.
Embora Leila Pereira tenha se destacado em iniciativas de combate ao racismo e na luta pelos direitos das mulheres no esporte, o coletivo afirma que sua gestão não demonstra a mesma sensibilização quando o tema é a inclusão LGBTQ+. Para o grupo, a falta de medidas concretas do clube para combater a discriminação e a postura adotada pela presidenta nas redes sociais reforçam a percepção de omissão e exclusão.
O estopim da manifestação ocorreu em 24 de fevereiro, quando a conta oficial de Leila Pereira na rede social X (antigo Twitter) bloqueou a torcida organizada Porcoíris, conhecida por sua atuação na defesa da diversidade. O bloqueio teria ocorrido após a torcida questionar uma publicação da presidenta que dizia: “Estão mais calmos?”. O grupo considerou a postagem um deboche e, ao manifestar sua crítica, foi silenciado.
“A postura adotada pela presidenta do Palmeiras não condiz com os valores de um clube que se orgulha de ser um dos maiores do Brasil. O futebol é um espaço de paixão, diversidade e união, e não pode ser palco de práticas excludentes e discriminatórias”, declarou o coletivo na nota.
O Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ reforçou sua cobrança por respeito, diálogo e medidas concretas para garantir a inclusão da comunidade LGBTQ+ no futebol. O grupo reafirmou seu compromisso na luta por um esporte mais diverso e acolhedor.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.