Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
leila do volei
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que não compareceu, nesta quarta-feira (5), ao evento de apresentação de Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, tem seu nome liderando o índice de rejeição na disputa para o Senado entre os eleitores do Distrito Federal. Foi o que revelou pesquisa Correio Braziliense/Opinião Inteligência divulgada nesta quarta.
De acordo com a pesquisa, Michelle Bolsonaro registra a maior rejeição da disputa ao Senado, com 30,6%. Na segunda posição aparece a deputada federal Erika Kokay (PT), com 29,4%. O ex-senador Paulo Octávio aparece com 16,7%, enquanto a deputada Bia Kicis (PL) registra 14%.
Na sequência, a atual senadora Leila do Vôlei (PDT) tem um dos menores índices de rejeição entre os nomes pesquisados. Apenas 12% dos entrevistados disseram que não votariam na senadora, e o único candidato com rejeição menor é o desembargador aposentado Sebastião Coelho, do Novo, com 8,7%.
Já na simulação das intenções de voto entre os eleitores do DF, a senadora Leila do Vôlei lidera a disputa de 2026. A senadora reúne 46,9% das intenções de voto somadas entre primeiro e segundo voto. Leila aparece como primeira opção para 23,5% dos entrevistados e como segunda escolha para 23,4%.
Michelle Bolsonaro surge em seguida, com 42% dos votos consolidados, resultado da soma de 28,7% como primeira opção e 13,3% como segundo voto. A deputada federal Erika Kokay (PT) ocupa a terceira colocação, com 32,3%, enquanto Bia Kicis (PL) aparece com 22,6%.
Na sequência estão o desembargador aposentado Sebastião Coelho, com 12,4%, e, em um cenário alternativo, o empresário Paulo Octávio (PSD), que alcança 15,9% caso confirme candidatura. Mesmo com a entrada de Paulo Octávio, a ordem dos candidatos permanece praticamente inalterada: Leila continua na liderança, seguida por Michelle, Erika Kokay, Bia Kicis e Sebastião Coelho.
A pesquisa Correio/Opinião Inteligência foi realizada entre 30 de julho e 1º de agosto com 1.109 eleitores de 31 regiões administrativas do Distrito Federal. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-04077/2026.
A atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) venceria a eleição para o governo do Distrito Federal no 1º turno em um cenário sem a candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD). Isso é o que apontam os dados do levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (20).
Em um cenário estimulado sem a candidatura do ex-governador, Celina Leão aparece com 45,9% das intenções de voto. O ex-deputado Leandro Grass (PT) aparece em 2º lugar, com 16,3%, seguido por Paula Belmonte (PSDB), com 7,2%, Ricardo Cappelli (PSB), com 5,7%, e Kiko Caputo (Novo), com 2,6%. Brancos e nulos somam 13,7%, enquanto 8,6% disseram não saber ou preferiram não responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de julho, entrevistando 1,5 mil eleitores e com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-01326/2026. O intervalo de confiança é de 95%.
Ainda na disputa pelo governo estadual, em um cenário com José Arruda, a atual governadora segue liderando, mas com menor margem, de 34,6%, frente aos 28,1% do ex-governador. Leandro Grass tem 11,9%, Ricardo Cappelli, 4,5%, Paula Belmonte, 3,6%, e Kiko Caputo, 1,3%. Brancos e nulos representam 9,1%, e 6,8% não souberam responder.
ELEIÇÃO AO SENADO
Já no âmbito do Legislativo, a senadora Leila do Vôlei (PDT) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lideram as intenções de voto para o Senado, no Distrito Federal. A atual senadora lidera em todos os cenários estimulados e em dois ela aparece empatada com Michelle Bolsonaro na margem de erro.
No primeiro, com Ibaneis fora da disputa, a senadora Leila do Vôlei aparece com 39,2% das intenções de voto do eleitorado. Na sequência, Michelle aparece como a preferida de 36% dos entrevistados. O terceiro lugar ficou com Erika Kokay, escolhida por 28,4%.
No segundo cenário, em que Bia Kicis e Ibaneis ficaram fora das opções, Leila seguiu numericamente à frente das intenções de voto, com 40,5%. Já a ex-primeira-dama foi escolhida por 37,7% dos entrevistados, empatada na margem de erro.
O último cenário da pesquisa estimulada, com Ibaneis e Michelle Bolsonaro fora da disputa, além da inclusão do senador Izalci Lucas (PL), também apontou Leila do Vôlei como a preferida, com 41,6% das intenções de voto. Erika Kokay aparece na segunda colocação, com 30,4%.
Pivô de uma crise na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde que, na semana passada, expôs nas redes sociais ter sido “maltratada e humilhada” pelo enteado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em conversa com o presidente do PL, chegou perto de pedir a desfiliação do partido e desistir de se candidatar ao cargo de senadora pelo Distrito Federal.
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto França sobre a disputa para o Senado no Distrito Federal mostrou que Michelle Bolsonaro quase abriu mão de uma eleição que, até o momento, tem nela a maior favorita para ser a mais votada.
O instituto questionou os seus entrevistados sobre quais seriam suas escolhas para o primeiro e para o segundo voto ao Senado. Nesta eleição de 2026, os eleitores vão votar duas vezes para o Senado Federal.
Na simulação do primeiro voto, Michelle Bolsonaro ganha com folga da segunda colocada, a deputada federal Erika Kokay (PT). Na terceira posição surge a atual senadora Leila do Vôlei (PDT), que busca a reeleição, e logo depois aparece o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), que desde a revelação do escândalo do Banco Master vem perdendo apoio dos eleitores do DF.
Veja abaixo como ficou o cenário de escolha dos eleitores de Brasília pelo primeiro voto:
Michelle Bolsonaro (PL) - 30%
Erika Kokay (PT) - 16,72%
Leila do Vôlei (PDT) - 11,19%
Ibaneis Rocha (MDB) - 7,46%
Bia Kicis (PL) - 4,48%
José Reguffe (Solidariedade) - 2,69%
Sebastião Coelho (Novo) - 1,94%
Branco/nulo - 8,51%
Não sabe/não respondeu - 17,01%
Já nas respostas dos entrevistados sobre quem escolheriam como sua segunda opção ao Senado, a atual senadora Leila do Vôlei saiu na frente dos outros candidatos. Na segunda posição aparece a deputada federal Bia Kicis (PL), que vem tendo o seu nome cotado para ser candidata a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro.
Confira como ficaram os nomes ao Senado na segunda opção dos eleitores:
Leila do Vôlei - 14,78%
Bia Kicis - 9,25%
Michelle Bolsonaro - 7,91%
Erika Kokay - 6,12%
Ibaneis Rocha - 4,18%
José Reguffe - 4,18%
Sebastião Coelho - 1,34%
Branco/nulo - 17,91%
Não sabe/não respondeu - 34,33%
Foram entrevistados 1.607 eleitores brasilienses de 18 a 23 de junho. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais. Foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06776/2026 e DF-04765/2026. O levantamento custou R$ 15.790,00 e foi financiado com recursos próprios.
O carro da senadora Leila Barros (PDT-DF), conhecida como Leila do Vôlei, vai a leilão para pagar uma dívida com o PSB, após penhora determinada pela 22ª Vara Cível de Brasília.
Os lances para a Chevrolet Tracker, modelo 2016, com 92.733 quilômetros rodados podem ser feitos até às 14h10 do dia 5 de março de 2024. O edital do leilão foi publicado nesta quinta-feira (18/1), conforme publicou a coluna Grande Angular do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O lance inicial é de R$ 70,3 mil. Caso não haja interesse, será aberto o 2º leilão, pela metade do preço: R$ 35,2 mil.
A 22ª Vara Cível de Brasília determinou a venda do veículo para quitar parte do valor cobrado pelo PSB. A dívida atualizada está em R$ 185,4 mil. O Estatuto do PSB prevê que os parlamentares devem repassar 10% do rendimento bruto ao partido. O partido alegou que a senadora não pagou R$ 3.376,30 por mês, entre março de 2019 e junho de 2021, o que levou a uma dívida de R$ 102,4 mil.
Em agosto de 2021, Leila deixou o PSB e ingressou no Cidadania. Em março de 2022, a senadora se filiou ao PDT. Atualmente, ela exerce a função de presidente do Diretório Regional do PDT no Distrito Federal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.