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A caminhada inédita do Jacuipense na Copa do Brasil chegou ao fim na noite da última quarta-feira (13). No Estádio do Café, em Londrina, o Leão do Sisal foi derrotado pelo Palmeiras por 4 a 1 e se despediu da competição.
Com a vantagem construída no jogo de ida, quando venceu por 3 a 0 no Allianz Parque, o Palmeiras confirmou a classificação com placar agregado de 7 a 1. Mesmo com uma equipe praticamente reserva, o clube paulista marcou com Maurício, Felipe Anderson, Erick Belé e Luighi. Vicente Ferreira descontou para o Jacuipense nos minutos finais.
Apesar da eliminação, o clube baiano deixa a Copa do Brasil com a melhor campanha de sua história no torneio. O Jacupa chegou pela primeira vez à quinta fase da competição após superar Ceilândia, Santa Catarina e Novorizontino nas fases anteriores.
Agora, a equipe de Riachão volta suas atenções para a Série D do Campeonato Brasileiro. Eliminado da Copa do Nordeste ainda na fase de grupos, o Leão encara o Atlético de Alagoinhas neste domingo (17), no Carneirão, em confronto direto na busca por uma vaga na zona de classificação do Grupo A10, onde atualmente é o quinto colocado, com sete pontos.
Classificado, o Palmeiras administrou o elenco diante do Jacuipense e preservou parte dos titulares visando a sequência da temporada. No próximo sábado (16), a equipe enfrenta o Cruzeiro, na Arena Barueri, pelo Campeonato Brasileiro. Líder da Série A, o time paulista tenta evitar novo tropeço para não ver o Flamengo, principal perseguidor na tabela, reduzir a diferença na disputa pelo título caso vença o Athletico Paranaense na Ligga Arena.
O Jacuipense deu adeus à Copa do Nordeste após ser derrotado por 4 a 1 pelo Ceará, na noite da última terça-feira (14), no Estádio Presidente Vargas, pela quarta rodada da fase de grupos da competição.
Mesmo jogando fora de casa, o Leão do Sisal começou melhor e abriu o placar logo aos cinco minutos do primeiro tempo, com Gustavo Pereira. A equipe baiana conseguiu sustentar a vantagem por boa parte da etapa inicial, mas viu o cenário mudar na reta final.
Aos 35 minutos, Giulio empatou para o time cearense, que cresceu na partida. Após o intervalo, o Ceará virou com gol de Júlio César, aos 47.
Na segunda etapa, o domínio do Vozão se confirmou. Melk, que saiu do banco, ampliou o placar, e Vina, de pênalti, fechou a goleada nos minutos finais.
Com o resultado, o Jacuipense permanece na última colocação do grupo, com apenas um ponto somado em quatro jogos, acumulando três derrotas e um empate. Sem chances matemáticas de alcançar os líderes Fortaleza e Retrô, ambos com seis pontos, a equipe está eliminada da competição.
Agora, o foco do clube se volta para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso será neste domingo (19), contra a Juazeirense, no estádio Adauto Moraes, pela terceira rodada da competição.
O Jacuipense definiu seu novo mando de campo para os próximos compromissos da temporada. Devido às obras de manutenção no Estádio de Pituaçu, que terão início nesta segunda-feira (6), o Leão do Sisal anunciou que mandará seus jogos na Arena Cajueiro, em Feira de Santana.
A Arena Cajueiro pertence ao Bahia de Feira — clube rebaixado no Baianão desta temporada — e atualmente está sob a gestão do Feira Futebol Clube até 2027. Vale lembrar que o Valfredão, estádio original do Jacupa em Riachão do Jacuípe, segue em reformas e ainda não tem prazo para a conclusão das obras.
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A estreia oficial do Jacuipense em sua nova casa será pela Série D do Campeonato Brasileiro, contra o CSA. A partida acontece neste sábado (11), às 16h. Antes disso, o Leão encara o Ferroviário pela Copa do Nordeste, fora de casa, no Estádio Elzir Cabral, nesta terça-feira (7).
Vale lembrar que pelo confronto contra o Palmeiras, válido pela Copa do Brasil, o Jacuipense optou por vender o mando de campo para Londrina, no Paraná. O duelo será realizado no Estádio do Café, e o clube baiano receberá R$ 1,5 milhão pela negociação, abrindo mão da arrecadação de bilheteria. Em contrapartida, a diretoria informou que a equipe não terá custos com a logística da viagem.
O confronto entre Jacuipense e Palmeiras, válido pela quinta fase da Copa do Brasil 2026, pode não ter o jogo de volta realizado na Bahia. O cenário foi confirmado pela reportagem do Bahia Notícias, após conversas com fontes ligadas ao Leão do Sisal.
A diretoria do Jacuipa ainda avalia onde mandará a partida decisiva. Esta reportagem apurou que o clube analisa diferentes possibilidades, levando em conta fatores logísticos e, principalmente, o impacto financeiro da escolha.
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O jogo de ida será disputado em São Paulo, com mando do Palmeiras, nos dias 22 ou 23 de abril. Já a partida de volta, com mando do Jacuipense, está prevista para 13 ou 14 de maio.
Um dos principais entraves envolve a falta de estádios disponíveis dentro dos critérios exigidos pela competição.
O Estádio Eliel Martins, o Valfredão, em Riachão do Jacuípe, passa por obras de requalificação, além de estar sofrendo com uma crise hídrica no município. O projeto inclui melhorias como novo gramado e sistema de drenagem, iluminação em LED, reforma dos vestiários, além de adequações estruturais e no setor de imprensa. O investimento gira em torno de R$ 1,2 milhão, com recursos da prefeitura e de emenda parlamentar.
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Mesmo após a reforma, o estádio não poderá receber a partida por conta da capacidade limitada a cinco mil torcedores. Para a quinta fase da Copa do Brasil, a exigência mínima é de 10 mil lugares.
Conforme o regulamento atualizado, competição estabelece critérios mínimos de capacidade de público conforme a fase:
- Primeira fase: 2 mil torcedores
- Segunda à quarta fase: 4 mil
- Quinta fase até quartas de final: 10 mil
- Semifinal e final: 15 mil
Durante o Campeonato Baiano, foi levantada uma alternativa para utilizar a Arena Cajueiro, em Feira de Santana. No entanto, fontes ligadas ao Bahia Notícias deram conta de que o cenário era inviável. Vale lembrar que hoje a praça é mando oficial do Feira FC, e será utilizada durante a disputa da Série B do Baianão.
Outra alternativa recente do clube, o estádio de Pituaçu, em Salvador, também está fora de cogitação. O equipamento passará por obras de modernização visando a Copa do Mundo Feminina de 2027, com início previsto para 6 de abril e conclusão apenas em novembro, o que inviabiliza sua utilização.
PREOCUPAÇÕES PARA A SÉRIE D E NORDESTÃO
Além da Copa do Brasil, o Jacuipense também terá que resolver a dor de cabeça na Série D do Campeonato Brasileiro. O clube baiano disputará a competição, prevista para começar em abril deste ano.
A Copa do Nordeste também pode ser um problema, visto que o prazo para a utilização do Estádio de Pituaçu, em Salvador, como mando de campo, está se encerrando. O Leão do Sisal encara o Sport pela estreia do Nordestão nesta terça, às 21h30, na Ilha do Retiro.
O presidente do Jacuipense, Emanuel Carneiro, confirmou que o Estádio de Pituaçu, em Salvador, será o mando de campo do clube no início do Campeonato Baiano. A informação foi dada em entrevista coletiva durante evento realizado na última terça-feira (18), no Rancho do Cupim, em Pituaçu, que contou com a presença da cúpula diretiva do clube, incluindo o vice-presidente Gegê Magalhães.
Segundo Emanuel, a definição ocorre em razão das obras de reforma do Valfredão, em Riachão do Jacuípe, município que o dirigente destacou como prioridade para o retorno dos jogos do Jacupa. Vereador na cidade, ele explicou que a expectativa da diretoria e da torcida é de que o clube volte a mandar partidas no interior ainda durante a competição.
A confirmação oficial vai de encontro com a apuração da reportagem do Bahia Notícias, veículada no dia 13 de novembro, onde este movimento já era traçado por membros do clube e da prefeitura de Riachão.
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A requalificação do estádio de Riachão de Jacuípe inclui uma série de melhorias estruturais. Estão entre elas novos sanitários e bilheterias, novo gramado e drenagem, iluminação em LED, reforma dos vestiários, reparos estruturais e readequadação no setor de imprensa.
O investimento total do novo Valfredão é de cerca de R$ 1,2 milhão, sendo parte proveniente de recursos próprios da prefeitura e outra de uma emenda parlamentar do deputado federal Paulo Azi (União Brasil).
"A nossa luta é para que o Jacuipense volte a mandar seus jogos em Riachão. Essa é a expectativa da nossa torcida e de toda a região. No momento, estamos enfrentando dificuldades na execução da reforma do estádio, que já está em andamento. É uma luta constante", explicou Emanuel.
O dirigente também citou compromissos políticos relacionados à retomada do mando de campo no município e confirmou que Pituaçu será utilizado nas primeiras partidas do Estadual.
"Infelizmente, preciso citar a questão política, mas existe um compromisso do deputado Paulo Azevedo e do prefeito de Riachão de Jacuípe para que a cidade volte a sediar os jogos do Jacuipense. Está confirmado que, neste início, os jogos serão realizados em Pituaçu, mas torcemos para que a reforma avance cada vez mais, para que possamos retornar a Riachão pelo menos na segunda fase do Campeonato Baiano, fase em que acreditamos que estaremos classificados", contou.
Por fim, Emanuel reforçou a importância de atuar em Riachão do Jacuípe, destacando o apoio local como um fator relevante para o clube ao longo da temporada.
"Nosso objetivo é voltar a jogar lá, porque é onde temos o maior apoio da torcida. Esse é o foco do nosso trabalho", concluiu.
O Leão do Sisal já tem data marcada para realizar o seu primeiro jogo em casa. A estreia em Pituaçu ocorrerá no dia 13 de janeiro de 2026, pela segunda rodada do Campeonato Baiano. A equipe enfrentará o Vitória, às 19h15.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.