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leandro abusado
O cantor Leandro Rogério, conhecido como Leandro Abusado, um dos nomes populares do funk nos anos 2000 e dono do hit 'Aqui no Baile do Egito', teve a morte confirmada na segunda-feira (28), em decorrência da síndrome de fournier, uma infecção rara.
De acordo com o site Splash, do UOL, o artista estava internado no Posto de Assistência Média (PAM), de Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro, com o quadro da infecção, que atinge os tecidos moles da região perineal, entre o ânus e os órgãos genitais.
O diagnóstico da doença foi dado a Leandro em março, quando ele passou duas semanas internado com as partes íntimas inchadas e algumas partes necrosadas. Na época, o artista chegou a iniciar uma vaquinha para custear o tratamento e comprar fraldas geriátricas.
"Isso tudo é causado por uma bactéria que penetra pela pelo e se espalha pelo corpo. Se não se tratar e se cuidar, vai inchar tudo e a bactéria vai comer a comer os pedaços de carne. Foi o que aconteceu comigo, minhas partes íntimas começaram a inchar, eu não sabia o que era."
Leandro tentava surfar na onda da música dos anos 2000 ter se tornado um hit nas redes sociais, especialmente no TikTok, no entanto, a fama na plataforma não conseguiu ajudar o artista com os custos para tratar a doença.
Por meio das redes sociais, a equipe do artista publicou a nota lamentando o falecimento. "É com profundo pesar que anunciamos o falecimento do nosso amigo. Nossas condolências aos familiares e amigos por essa perda irreparável".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.