Suspeitos de roubar jóias do Museu do Louvre afirmaram à polícia que receberiam até 25 mil euros pelo crime
Por Redação
Os dois homens presos por suspeita de participar do roubo de jóias do Museu do Louvre, em Paris, na França, alegaram que receberiam até 25 mil euros (R$146 mil) pelo serviço e que o crime foi planejado por um mentor, ainda não identificado. A informação foi divulgada neste final de semana por meio de uma reportagem do jornal "Le Monde", com base em relatos exclusivos concedidos pela dupla à polícia francesa em junho.
As joias roubadas são avaliadas em US$102 milhões (mais de R$521 milhões) e ainda não foram encontradas. O roubo do Museu ocorreu em plena luz do dia no dia 19 de outubro em um tempo de sete minutos.
Segundo o registro policial, dois homens estacionaram um veículo do lado de fora do Louvre, subiram uma escada até o segundo andar, quebraram uma janela, arrombaram vitrines com esmerilhadeiras e fugiram na garupa de scooters.
Os dois suspeitos foram identificados como Abdoulaye N., de 40 anos, e Ghelamallah A., de 36 anos. Eles viviam na região norte de Paris e foram detidos pouco mais de uma semana após o crime. Eles são investigados por roubo e associação criminosa.
Segundo a reportagem francesa, os suspeitos disseram não terem sido informados sobre o futuro das peças roubadas. Um deles afirmou que as jóias seriam vendidas no exterior. Os depoimentos aconteceram nos dias 2 e 22 de junho.
Além de Abdoulaye e Ghelamallah, há outras duas pessoas suspeitas de ligação com o crime presas preventivamente. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a possível participação delas. As informações foram divulgadas no Brasil por meio do g1.
