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Um novo projeto musical chega ao espaço Colaboraê, no bairro do Rio Vermelho. O Lê Fulerê, comandado por Adelmo Casé, Manno Góes e Faustão retorna aos palcos com um show único, que acontece nesta sexta-feira (1º), a partir das 20h.
O Lê Fulerê surgiu em 2019, e agora marca não só a própria retomada, mas também a volta do cantor Manno Góes aos palcos, após três anos sem se apresentar. Em conversa com o BN Hall, ele explicou que o projeto traz uma nova versão de algumas canções. “A gente brinca um pouco, tira um pouco de sarro com a própria estrutura das músicas. A gente faz arranjos em brega, a gente toca piseiro, a gente faz umas coisas meio diferentes. É um show bem alegre e a gente se diverte muito tocando”, detalhou.
Sobre a retomada aos palcos, o artista demonstrou felicidade e gratidão aos amigos Adelmo e Faustão. “Eu estou super feliz, porque o palco é uma ambiência que me pertenceu durante toda minha vida, toda minha carreira (...). É muito bom poder fazer um show, melhor ainda é fazer um show de forma planejada, com amigos, fazer coisas que gosta. Para mim está sendo uma sensação de retomada, de recomeço, de muita alegria, muito carinho, muita gratidão”, declarou Manno.
O cantor ainda revelou durante o bate-papo, que o trio pretende se reunir novamente para reapresentar o projeto no próximo verão, com quatro festas, mas ressaltou que este é um trabalho à parte. “Ele [Lê Fulerê] não tem um comprometimento de carreira, cada um tem sua carreira, faz seus trabalhos paralelos, mas a gente quer se juntar para de vez em quando tocar junto”.
Para quem deseja curtir o som do trio no Colaboraê, pode adquirir os ingressos através do Sympla (clique aqui).
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Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.