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A ministra das Relações Internacionais Gleisi Hoffmann defendeu, nesta quarta-feira (11), uma cobrança de 5% de Imposto de Renda para títulos de investimentos, como Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). A declaração da ministra foi feita no Tribunal de Contas da União (TCU).
“Eu acho muito justo que se pague um pouco, porque nós aqui, os trabalhadores médios, uma professora, paga até 27,5% de Imposto de Renda. Então, nós não estamos falando de desestabilização de fundos nem de encarecimento de crédito. Vamos lembrar que esses setores são altamente subsidiados pelo Estado brasileiro. Os subsídios na área, principalmente da agricultura e do agronegócio, vão chegar a quase R$ 165 bilhões”, disse ela.
A declaração da ministra ocorre após um recuo no decreto de alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Como medida provisória, o Ministério da Fazenda estuda o início de cobranças dos títulos de renda fixa, ponto criticado por representantes do agronegócio e também do setor imobiliário.
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João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).