Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
lazizbek mullajonov
O boxeador uzbeque Lazizbek Mullajonov, medalhista de ouro na categoria até 92 kg nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, está sob risco de perder seu título. O atleta, que eliminou o brasileiro Keno Marley nas quartas de final, foi pego em um exame antidoping realizado fora do período de competição.
A informação foi divulgada nesta semana pela Agência Internacional de Testes (ITA). Segundo o órgão, uma amostra colhida no dia 11 de junho de 2025 revelou a presença de metabólitos de metasterona, substância pertencente ao grupo dos esteroides anabolizantes e incluída na seção S1.1 da lista de substâncias proibidas pela WADA (Agência Mundial Antidoping).
A metasterona é conhecida por favorecer ganhos acelerados de massa muscular, força e resistência, oferecendo vantagem competitiva irregular. Mullajonov foi formalmente notificado e tem direito de solicitar a análise da amostra B. Caso a contraprova confirme o resultado — ou se o atleta optar por não realizá-la — o caso será considerado infração às regras antidoping, podendo culminar na perda da medalha de ouro e na anulação de seus resultados.
Revelação recente do boxe olímpico, Mullajonov chegou a Paris embalado por vitórias expressivas. Entre elas, o nocaute sobre o cazaque Nursultan Amanjolov, em 2023, e o título continental conquistado diante de Kamshybek Konkabayev no Campeonato Asiático de 2022. Sua vitória sobre Keno Marley, em agosto de 2024, impediu o brasileiro de avançar às semifinais e disputar sua primeira medalha olímpica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.