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Um militante do PT segue hospitalizado nesta segunda-feira (11) após sofrer agressões durante um festival em Arembepe, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Israel Amoedo, de 21 anos, estava com um grupo de amigos quando foi atingido com socos por um homem, identificado como Luiz Alberto Carvalho Correia, conhecido como Beto Carvalho.
Ao Bahia Notícias, o presidente municipal do PT, Márcio Neves, informou que o estado de saúde de Israel Amoedo é estável e ele deve passar por cirurgia. "Foi uma agressão covarde. Ele [Israel] estava com um grupo de amigos, se divertindo no festival, e quando foi cumprimentar uma pessoa foi agredido. Nem viu de onde os murros saíram”, relatou ao BN.
Ainda segundo o dirigente, o agressor ainda não foi preso. Em nota, o ex-prefeito de Camaçari e atual secretário estadual de relações institucionais, Luiz Caetano (PT), repudiou a agressão contra o jovem. “Repudio a violência no processo político e reitero a importância de que o debate sobre Camaçari fique no campo das ideias e propostas. Presto minha solidariedade a Israel. Prestarei todo o apoio necessário para que a justiça interceda e puna severamente o agressor”, disse Caetano.
Também em nota, o presidente do União Brasil na cidade, Hélder Almeida, repudiou as agressões sofridas pelo jovem.
"A liberdade de expressão e o direito de participar do debate político são pilares fundamentais de uma sociedade democrática. Não podemos e não vamos tolerar qualquer forma de violência que ameace esses princípios essenciais. É preciso que esse caso seja investigado e que os responsáveis sejam punidos", escreveu Almeida.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.