Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
lavagem de arembepe
Um militante do PT segue hospitalizado nesta segunda-feira (11) após sofrer agressões durante um festival em Arembepe, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Israel Amoedo, de 21 anos, estava com um grupo de amigos quando foi atingido com socos por um homem, identificado como Luiz Alberto Carvalho Correia, conhecido como Beto Carvalho.
Ao Bahia Notícias, o presidente municipal do PT, Márcio Neves, informou que o estado de saúde de Israel Amoedo é estável e ele deve passar por cirurgia. "Foi uma agressão covarde. Ele [Israel] estava com um grupo de amigos, se divertindo no festival, e quando foi cumprimentar uma pessoa foi agredido. Nem viu de onde os murros saíram”, relatou ao BN.
Ainda segundo o dirigente, o agressor ainda não foi preso. Em nota, o ex-prefeito de Camaçari e atual secretário estadual de relações institucionais, Luiz Caetano (PT), repudiou a agressão contra o jovem. “Repudio a violência no processo político e reitero a importância de que o debate sobre Camaçari fique no campo das ideias e propostas. Presto minha solidariedade a Israel. Prestarei todo o apoio necessário para que a justiça interceda e puna severamente o agressor”, disse Caetano.
Também em nota, o presidente do União Brasil na cidade, Hélder Almeida, repudiou as agressões sofridas pelo jovem.
"A liberdade de expressão e o direito de participar do debate político são pilares fundamentais de uma sociedade democrática. Não podemos e não vamos tolerar qualquer forma de violência que ameace esses princípios essenciais. É preciso que esse caso seja investigado e que os responsáveis sejam punidos", escreveu Almeida.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.