Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
lavage de la madeleine
O artista plástico baiano Elano Passos foi convidado pela equipe da Lavage de la Madeleine, tradicional celebração realizada em Paris, para criar a identidade visual especial da edição de 2025. Este ano, o evento, que acontece no dia 14 de setembro, marca os 200 anos de amizade entre Brasil e França.
“Por ser um ano emblemático — são 200 anos de amizade Brasil e França —, a equipe da Lavage resolveu criar uma identidade comemorativa. Como algumas pessoas já conheciam meu trabalho, surgiu a ideia do convite”, contou Elano em entrevista ao BN Hall.
Inspirado pela grandiosidade do evento e pela sua forte relação com elementos da cultura baiana, o artista se debruçou sobre o simbolismo da Lavage de la Madeleine para construir uma narrativa visual representativa. “Já conhecia o evento, mas fui me apropriar um pouco mais para ter embasamento e elementos gráficos que contribuíssem para a criação dessa identidade. Imagine a importância de ter meus traços singulares num evento tão plural”, afirmou.
A Lavage de la Madeleine tem como referência direta a Lavagem do Bonfim, uma das manifestações mais emblemáticas da religiosidade e cultura popular da Bahia. Essa conexão simbólica também atravessa o repertório artístico de Elano. “A Lavagem do Bonfim já faz parte do meu cotidiano imaginário e artístico, assim como tantos outros temas da nossa cultura soteropolitana. Então, retratar uma arte que me faz visitar a vivência e a experiência baiana foi como um brinde à alegria e valorização cultural”, declarou.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.