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lais oliveira
O casal de influenciadores Laís Oliveira e Eduardo Veloso, casados desde setembro deste ano, foram presos na tarde da última quarta-feira (4) em Fortaleza. Os dois são investigados por lavagem de dinheiro envolvendo jogos de azar digitais.
Os influenciadores possuíam mandado de prisão emitido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas e executado pela Polícia Militar do Ceará. Juntos, o casal acumula quase 5 milhões de seguidores no Instagram.
O casal foi apresentado no 2º Distrito Policial para a adoção de medidas cabíveis. Os policiais do Comando Tático Motorizado (Cotam) do Batalhão de Choque (BP-Choque), foram informados de que o casal possuia um mandado de prisão em aberto.
A filosofia de Zygmunt Bauman é o ponto de partida para “Entre: o que foi e o que ainda não é”, espetáculo de dança que comemora os 5 anos da Reforma Cia de Dança. A apresentação acontece nos dias 15 e 16 (sexta e sábado) de Setembro no Teatro do Movimento, na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Com direção de Guego Anunciação, o espetáculo apresenta a problemática líquida de Bauman sobre as relações interpessoais cada vez mais efêmeras em um mundo globalizado. No elenco estão os dançarinos Laís Oliveira, Pri Barreto, Talita Gomes, Jadson Lopes, Kathleen Evelyn, Bruno Novais e Michele Gonçalves. Os ingressos custam R$ 10 a inteira e R$ 5 a meia. “Entre: o que foi e o que ainda não é” conta também com um momento interativo, em que o público participa da criação da coereografia.
SERVIÇO:
O QUE: “Entre: o que foi e o que ainda não é”
QUANDO: Sexta e Sábado, 15 e 16 de Setembro, às 19h
ONDE: Teatro do Movimento - Ondina - Salvador
VALOR: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.