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laicidade do estado
Era para ser uma audiência pública para discutir a estiagem na região de Guanambi. Não ficou apenas nisso. O prefeito Arnaldo Pereira de Azevedo (Avante), conhecido como “Nal”, convocou os presentes para participarem de uma oração ao final da sessão, realizada na Câmara de Vereadores nesta terça-feira (5).
Segundo uma nota divulgada pelo Município, “o prefeito Nal Azevedo pediu que todos ficassem de pé e fizessem a oração do Pai Nosso” no auditório da Câmara de Vereadores de Guanambi. A relação entre a prefeitura de Guanambi e os seus não é nova. Ao evocar a presença sagrada na reunião, o atual gestor de Guanambi lembra a ação de um ex-prefeito, Jairo Magalhães, que “entregou as chaves” do município a Deus.
A ação de Jairo, no início do governo dele em 2017, foi declarada como inconstitucional pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), por ferir a laicidade do Estado conforme consta na Carta Magna e na Constituição estadual. A laicidade do Estado garante a separação entre o governo e a Igreja e exige que o Estado não apoie nenhuma corrente religiosa, prezando pela neutralidade.
Durante a audiência, nesta terça, estavam presentes gestores e parlamentares de Guanambi, além de gestores de municípios vizinhos, como Caetité, Pindaí, Iuiú, Palmas de Monte Alto, Malhada, Carinhanha e Riacho de Santana. Ao evocar o "Pai Nosso", o gestor acabou excluindo outras maifestações religiosas de vertente não-cristã.
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"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.