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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o senador Carlos Viana (Podemos) e o Senado prestem esclarecimentos sobre possíveis irregularidades na destinação de R$ 3,6 milhões por meio das chamadas “emendas PIX” à Fundação Oasis, igada à Igreja Batista da Lagoinha
A decisão foi tomada após os deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL) e Rogério Correia (PT) acionarem o Supremo. Eles apontam que o atual presidente da CPMI do INSS realizou repasses à fundação, liderada pelo pastor André Valadão. Dino estabeleceu prazo de cinco dias úteis para o envio das informações.
A Igreja Batista da Lagoinha também tem suspeita de ligação com o banco Master em razão da relação entre o ex-pastor Fabiano Zettel, cunhado do controlador Daniel Vorcaro. Zettel é cunhado do empresário e apontado como operador financeiro e figura central do esquema pelas investigações.
De acordo com os parlamentares, os repasses podem contrariar regras estabelecidas pelo Supremo para garantir transparência, rastreabilidade e efetividade no uso de recursos indicados por deputados e senadores.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.