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laboratorio de desenvolvimento de producao
A Petrobras anunciou a construção do Laboratório de Desenvolvimento de Produção (LDP) em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A expectativa é que o espaço seja o maior complexo para pesquisa e desenvolvimento para pré-sal na área de poços, desenvolvimendo e validando tecnologias, equipamentos e sistemas de exploração e produção de óleo e gás.
O início da operação do laboratório está prevista para 2024 dentro do Senai Cimatek Park, no Polo Petroquímico de Camaçari.
Durante as obras, um poço de 300 metros de profundidade será perfurado no complexo. Conectado a ele, haverá um “flow loop”, unidade fechada composta por tubulações, compressores e bombas que simula o fluxo de produção de petróleo e gás. Ao todo, a obra deve consumir R$ 254 milhões.
A estatal informou que o projeto é financiado com recursos da cláusula de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ainda segundo a petroleira, a iniciativa é feita com a Shell e com o Senai Cimatec .
Com o LDP, acrescenta a Petrobras, será possível avaliar a performance dos novos equipamentos antes que eles sejam usados em campo. “O desenvolvimento de novas tecnologias é um fator importante na estratégia da Petrobras de reduzir as emissões de suas operações e o Laboratório de Desenvolvimento da Produção cumpre seu papel dentro dessa estratégia”, afirma Maiza Goulart, gerente executiva do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
Além da infraestrutura, o LDP deve contar com equipe técnica multidisciplinar de mestres e doutores com domínio em modelagem e análise de confiabilidade, engenharia avançada e especializada em simulações computacionais, materiais e exame de falhas e processos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.