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kaio mana
O lateral-direito do Flamengo, Wesley, prestou um depoimento no dia 26 de março sobre a acusação de agressão que recebeu. Segundo a denúncia, o jogador do Rubro-Negro Carioca teria agredido o empesário Kaio Mana num estabelecimento na Barra da Tijuca, no dia 10 de março. O depoimento do lateral foi realizado na 16ª delegacia de polícia.
No depoimento realizado na polícia, o jogador afirma que não agrediu o empresário e alega que foi "para cima" dele para proteger sua irmã, que estava envolvida em uma discussão, junto ao seu amigo, Marcos Fernandes Galindo. Veja o vídeo:
Vídeo da briga entre Wesley e o empresário Kaio Mana, em quiosque na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
— RaFla Mello (@raflamello81) April 4, 2024
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O motivo da briga se deu por uma suposta filmagem, onde Mana afirma que se desentendeu com Wesley após o atleta acusar de ter feito imagens sem nenhuma autorização. O lateral do Flamengo pediu para que o empresário parasse de filmar para que isso não acarretasse em algo prejudicial, o mesmo perguntou se Kaio gostaria de tirar uma foto, que prontamente recusou.
Os relatos de Wesley contam que Kaio Mana chegou a dar um empurrão na irmã do atleta, conduzindo o jogador a "perder a cabeça" e ter ido para cima do empresário. O lateral acusa configuração de crime a Mana por conta das ameaças que sofreu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.