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A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta terça-feira (17) que o ex-jogador Carlos Alberto fosse expulso de um condomínio localizado na Barra da Tijuca. A decisão se dá por um histórico de má convivência coletiva, considerado como "reiterado e incompatível".
A decisão cita festas de madrugada, pertubação do sossego, danos a áreas comuns e até registro de agressão. Informações divulgadas pelo portal O Globo dão conta de que foram ao menos 52 ocorrências registradas entre junho de 2019 e março de 2023, envolvendo o comportamento do ex-atleta no imóvel onde residia, de propriedade de uma empresa da qual é sócio.
Em vários depoimentos, são relatadas festas com música alta, gritaria e uso de instrumentos de percussão e eventos que atravessaram a noite e seguiram até o amanhecer.
Um dos episódios mais graves citados na decisão envolve um registro policial, no qual o ex-jogador teria agredido uma pessoa após um comentário feito durante um jogo beneficente realizado nas dependências do condomínio.
As informações apontam que as multas já ultrapassaram o valor de R$ 20 mil, mas a justiça entendeu que as penalidades não são suficientes para conter o comportamento de Carlos Alberto.
Diante da continuidade dos episódios, uma assembleia de moradores autorizou a adoção de medidas mais severas, incluindo a ação judicial que resultou na exclusão do condômino.
Na sentença, o juiz considerou que a soma das ocorrências — ainda que algumas acusações mais graves, como práticas de cunho sexual em áreas comuns, não tenham sido comprovadas — já era suficiente para caracterizar conduta antissocial.
Além da expulsão, a Justiça também determinou a limitação da multa acumulada ao valor de R$ 100 mil. Segundo o magistrado, os valores já ultrapassavam o razoável e não cumpriram o objetivo de coibir as condutas.
A defesa do ex-jogador alegou perseguição por parte do condomínio e negou acusações mais graves, sustentando que as ocorrências se limitavam a questões de barulho comuns à vida em condomínio. Também pediu indenização por danos morais, o que foi rejeitado pela Justiça.
Ex-jogador, Carlos Alberto tem passagens de destaque pelo Corinthians, Porto, de Portugal e Fluminense. Ele já atuou em diversos outros clubes como São Paulo, Vasco Grêmio, Fluminense e Werder Bremen, mas não chegou a se consolidar e deixar saudades.
Em 2011, atuou pelo Bahia e fez apenas 19 partidas. Dentro desse recorte, sequer marcou gol ou deu assistências.
A cantora Luísa Sonza pediu a Justiça do Rio de Janeiro a suspensão da contagem do prazo para se defender no processo em que é acusada de plágio pelo músico Denisson Camargo, o ex-funkeiro MC Decão. As informações são do Globo.
Na ação, a parte autora requereu ao juízo a inclusão do DJ Pedro Sampaio e a retirada das empresas de música SG11 & Cia Ltda e PS Company Empreendimentos Artísticos do polo de réus. A cantora solicitou que o juízo se manifeste sobre o pedido de Denisson antes da marcação de uma audiência de conciliação entre as partes.
ENTENDA O CASO
Denisson Camargo, conhecido como MC Decão, abriu uma ação de reconhecimento de direitos autorais contra Luísa Sonza e Pedro Sampaio da música “Atenção”, lançada em 2021. Decão afirma que é autor de “Palma da mão no chão”, escrita em 2011 com o DJ Fabrício da Cidade de Deus, e que foi lançada pela gravadora Furacão 2000.
O músico pede uma indenização por danos morais de R$ 500 mil e outra indenização por danos materiais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.