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julia coutinho
O Time Brasil teve uma forte atuação na Challenge Cup de Szombathely 2025, disputada na última sexta-feira (26), na Hungria. O grande destaque foi Flávia Saraiva, que liderou as classificatórias da trave com 14.250 pontos (dificuldade 5.9), garantindo vaga na final. Foi apenas a segunda competição internacional da ginasta desde a medalha de bronze por equipes conquistada nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Além dela, o Brasil emplacou outras finalistas na ginástica feminina. Júlia Soares avançou em duas provas: solo (3ª melhor nota, 13.250) e trave (4ª, 13.450). Júlia Coutinho ficou em 2º lugar no solo (13.350), enquanto Ana Luiza Lima se classificou nas barras assimétricas com 13.200. Nenhuma brasileira estará nas finais do salto.
No masculino, Caio Souza garantiu presença em três aparelhos: foi 2º nas argolas (13.850), 5º nas barras paralelas (14.000) e ficou como primeiro reserva no salto (9º, média 13.550). Yuri Guimarães avançou em 2º lugar no salto (13.750). Já Diogo Soares terminou como primeiro reserva nas barras paralelas, sem finais no solo, enquanto Arthur Nory e Vitaliy Guimarães não avançaram.
A competição é parte do calendário de preparação da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) para o Mundial de Ginástica Artística 2025, que será disputado em Jacarta, na Indonésia. Antes, a delegação fará aclimatação em Doha até 14 de outubro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.