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jovem que fez refem em ipira
Um jovem que ameaçou uma mulher com um faca e fez acusações contra policiais de Ipirá, na Bacia do Jacuípe, teve o corpo sepultado nesta quarta-feira (11). Ronaldo Alves de Souza, de 21 anos, foi morto no dia 4 de dezembro, três dias após invadir um mercadinho, fazer uma cliente de refém e acusar uma espécie de milícia formada por policiais com atuação no município.
Jovem que acusou policiais após fazer refém em mercado de Ipirá aparece morto 3 dias depois; suspeita de homicídio ainda não foi registrada pic.twitter.com/ekPFdZBhxq
— BN Municípios (@BNMunicipios) December 12, 2024
Ronaldo foi detido no mesmo dia 1° de dezembro quando exigiu a presença de um advogado, além da imprensa local como forma de conseguir sair ileso do caso.
Em nota ao Bahia Notícias, a Polícia Civil informou que o jovem foi encontrado morto no bairro de Pernambués, em Salvador. Familiares relataram que Ronaldo teria ligado para mãe informando que “haviam armado contra ele". O corpo foi localizado com marcas de disparos de arma de fogo.
O caso é apurado pela 2ª Delegacia de Homicídios de Salvador, que investiga a autoria e a motivação do homicídio.
Segundo informações obtidas, após se entregar e libertar a cliente, o jovem foi levado para a delegacia de Itaberaba, cidade vizinha a Ipirá, onde teria ficado preso por dois dias. O corpo dele foi sepultado no cemitério local no final da manhã desta quarta. (Atualizado às 12h40)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.