Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
joselito conceicao de jesus
O responsável por matar o ex-vereador Joselito Conceição de Jesus, 74 anos, na noite do domingo (7), no Distrito do Onha, zona rural de Muniz Ferreira, foi encontrado por equipes da 27ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Cruz das Almas). A prisão aconteceu no final da tarde da quarta-feira (10), na BR-101, próximo ao município de Governador Mangabeira (relembre aqui).
Equipes da 4ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Santo Antônio de Jesus) indicaram a placa do veículo da vítima, levado pelo suspeito após o latrocínio, para policiais de toda a região. Durante rondas, as equipes da PM identificaram o carro modelo Uno Mille Way Eco, de placa JSD 5678, e realizaram a abordagem.
“Nós já suspeitávamos do veículo por causa do alerta. Durante a abordagem ele não ofereceu nenhuma resistência e o levamos, junto com o veículo, para a Delegacia Territorial (DT) de Cachoeira”, disse. No carro ainda foram encontrados dois chips de celular, uma faca de serra e uma pulseira. Na unidade o homem foi ouvido pelo titular, Orlando Corsino, que o flagranteou por receptação.
Ele foi levado para a sede da 4ª Coorpin onde passou por oitivas. De acordo com o chefe da unidade, delegado Joaquim José Pereira, ele confessou ter matado a vítima. “Além do flagrante por receptação ele responderá por latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O homem segue custodiado na nossa unidade onde aguarda audiência de custódia”, detalhou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.