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jose roberto guimaraes
A Seleção Brasileira já conhece a adversária na grande decisão da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL). Na manhã deste sábado (25), a Turquia confirmou a classificação ao derrotar a China, dona da casa, por 3 sets a 0, em Macau.
As turcas venceram com parciais de 25/21, 25/15 e 25/20 e enfrentarão o Brasil neste domingo (26), às 8h30, pelo horário de Brasília.
Diferentemente da Seleção Brasileira, que busca o primeiro troféu da competição, a Turquia já conquistou a Liga das Nações. O título veio em 2023, quando as europeias superaram a própria China por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 22/25, 25/19 e 25/16.
O Brasil garantiu lugar na final ao vencer a Itália por 3 sets a 2, também neste sábado, após uma virada na semifinal. A equipe comandada por José Roberto Guimarães chega à decisão com retrospecto recente favorável diante das turcas.
A Seleção Brasileira venceu os últimos três confrontos entre as equipes. Em 2024, fez 3 sets a 0 na fase preliminar da VNL e voltou a superar a Turquia por 3 sets a 1 na disputa da medalha de bronze dos Jogos Olímpicos de Paris.
No ano passado, as seleções se reencontraram pela Liga das Nações, com novo triunfo brasileiro por 3 sets a 1.
Na semifinal contra a China, a Turquia apresentou superioridade ofensiva e marcou 54 pontos de ataque, contra 36 das adversárias. A equipe europeia também anotou cinco pontos de saque.
A oposta Melissa Vargas foi a maior pontuadora do confronto, com 23 pontos, sendo 21 de ataque. A ponteira Ilkin Aydin também teve participação importante na classificação, com 15 pontos.
Desde a criação da Liga das Nações, em 2018, o Brasil disputou quatro finais e terminou com a medalha de prata em todas elas. Neste domingo, a Seleção terá nova oportunidade de conquistar o título inédito.
O Brasil está na final da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL). Neste sábado (25), a Seleção Brasileira saiu atrás, reagiu e venceu a Itália por 3 sets a 2, em Macau, na China, pela semifinal da competição.
As parciais do triunfo brasileiro foram de 21/25, 25/21, 26/24, 21/25 e 15/12. Ana Cristina marcou 23 pontos e terminou como a maior pontuadora da partida.
Com a vitória sobre as atuais bicampeãs da VNL, a equipe comandada por José Roberto Guimarães manteve vivo o sonho de conquistar o título inédito. Desde a criação do torneio, em 2018, o Brasil chegou quatro vezes à decisão, mas terminou com a medalha de prata em todas elas.
A disputa pelo ouro será neste domingo (26), às 8h30, pelo horário de Brasília. O adversário brasileiro sairá do confronto entre Turquia e China.
Ao longo da competição, a Seleção Brasileira precisou lidar com problemas físicos e desfalques importantes. Gabi não entrou em quadra na VNL por causa de um desconforto na região lombar.
Júlia Kudiess sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo durante a última partida da fase classificatória. Tainara também se lesionou no decorrer do torneio.
A líbero Nyeme também não participou da competição. A jogadora permaneceu no Brasil ao lado da filha Antonella, de pouco mais de um ano.
Mesmo com as baixas, o Brasil eliminou uma adversária que conquistou resultados importantes nos últimos anos. Além dos dois títulos consecutivos da VNL, a Itália ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, e no Campeonato Mundial de 2025.
Integrante da Seleção Brasileira que conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do vôlei feminino, nos Jogos de Pequim, em 2008, Mari Steinbrecher revelou detalhes inéditos sobre um dos episódios mais marcantes — e dolorosos — de sua carreira. Aos 42 anos e aposentada desde 2021, quando deixou o Fluminense, a ex-ponteira afirmou que o corte da seleção às vésperas da Olimpíada de Londres, em 2012, não teve relação com critérios técnicos, como se especulou à época.
Em entrevista ao podcast Basticast, do aplicativo 365Scores, Mari afirmou que a versão difundida ao longo dos anos não corresponde ao que, segundo ela, ocorreu internamente no grupo.
"Até hoje todo mundo acha que eu fui cortada por um problema técnico e não foi", disse.
O desligamento ocorreu cinco dias antes do embarque para Londres, em um momento que, segundo a ex-atleta, foi tratado de forma direta e abrupta pelo então técnico da seleção, José Roberto Guimarães. Apesar do impacto, Mari afirmou que hoje não guarda ressentimentos, embora tenha ficado um período sem contato com o treinador após o episódio.
Ao relembrar o dia do corte, ela descreveu a conversa com o comandante da Seleção.
"No dia do corte, eu estava voltando da lavanderia, ele me chamou e falou: ‘então, temos um problema, vamos ter que nos separar porque eu não confio em você’. Aí eu falei: ‘tá bom, vou pegar minhas coisas. Posso ir embora?’ Ele respondeu que sim e foi assim", relatou.
Segundo Mari, a decisão surpreendeu não apenas a ela, mas também às companheiras de equipe, que não tinham conhecimento prévio da mudança no grupo.
"Eu entrei no quarto e falei que tinha sido cortada, ia arrumar minhas coisas para ir embora. Todo mundo veio chorando me abraçar, pegou todo mundo de surpresa."
Peça importante do ciclo olímpico que culminou no ouro em 2008, Mari Steinbrecher teve trajetória marcante na Seleção Brasileira e em clubes nacionais e internacionais. O relato traz à tona bastidores pouco conhecidos de um período decisivo do vôlei feminino brasileiro, sem alterar o status da campanha histórica que consolidou o país como potência mundial na modalidade.
Integrante da Seleção Brasileira que conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do vôlei feminino, nos Jogos de Pequim, em 2008, Mari Steinbrecher revelou detalhes inéditos sobre um dos episódios mais marcantes — e dolorosos — de sua carreira. Aos 42 anos e aposentada desde 2021, quando deixou o Fluminense, a ex-ponteira afirmou que o corte da seleção às vésperas da Olimpíada de Londres, em 2012, não teve relação com critérios técnicos, como se especulou à época.
Em entrevista ao podcast Basticast, do aplicativo 365Scores, Mari afirmou que a versão difundida ao longo dos anos não corresponde ao que, segundo ela, ocorreu internamente no grupo.
"Até hoje todo mundo acha que eu fui cortada por um problema técnico e não foi", disse.
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"No dia do corte, eu estava voltando da lavanderia, ele me chamou e falou: ‘então, temos um problema, vamos ter que nos separar porque eu não confio em você’. Aí eu falei: ‘tá bom, vou pegar minhas coisas. Posso ir embora?’ Ele respondeu que sim e foi assim", relatou.
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"Eu entrei no quarto e falei que tinha sido cortada, ia arrumar minhas coisas para ir embora. Todo mundo veio chorando me abraçar, pegou todo mundo de surpresa."
Peça importante do ciclo olímpico que culminou no ouro em 2008, Mari Steinbrecher teve trajetória marcante na Seleção Brasileira e em clubes nacionais e internacionais. O relato traz à tona bastidores pouco conhecidos de um período decisivo do vôlei feminino brasileiro, sem alterar o status da campanha histórica que consolidou o país como potência mundial na modalidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.